quinta-feira, 23 de abril de 2015

Recreio da Alma

O Espírito encarnado permanece de bom grado no seu envoltório corporal?

"É como se perguntasses se ao encarcerado agrada o cárcere. O Espírito encarnado aspira constantemente à sua libertação e tanto mais deseja ver-se livre do seu invólucro, quanto mais grosseiro é este."

Durante o sono, a alma repousa como o corpo?

"Não, o Espírito jamais está inativo. Durante o sono, afrouxam-se os laços que o prendem ao corpo e, não precisando este então da sua presença, ele se lança pelo espaço e entra em relação mais direta com os outros Espíritos."

O Livro dos Espíritos
Itens 400 e 401
Paris, 1857
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20/04/2015

Ciência não compreende por que precisamos dormir

Com informações da BBC

Segundo algumas estimativas, uma pessoa que atingir 78 anos terá passado nove deles assistindo televisão, quatro anos dirigindo carros, 92 dias no banheiro e 48 dias fazendo sexo.

Mas nada supera o sono: aquela pessoa terá levado quase 25 anos de sua vida dormindo.

Alguns acreditam tratar-se de uma perda de tempo e se perguntam: quanto tempo aguentamos sem dormir? E quais as consequências de não desfrutar do sono?

Mistério do sono

Qualquer pessoa saudável que planeje descobrir as respostas por sua própria experiência terá dificuldades em executá-lo.

"A vontade de dormir é tão forte que ela chega a superar a vontade de comer", afirma Erin Hanlon, professora no Centro de Sono, Metabolismo e Saúde da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. "O cérebro simplesmente embarca no sono, apesar de todos os esforços conscientes para espantá-lo."

O motivo exato pelo qual a vontade de dormir é tão forte ainda é um mistério. "A função precisa do sono ainda precisa ser desvendada", afirma Hanlon. Ela acrescenta, no entanto, que algo no sono parece "zerar" os sistemas em nosso organismo.

Além disso, alguns estudos demonstraram que o sono rotineiro e adequado ajuda a curar doenças, fortalece o sistema imunológico, melhora o metabolismo e traz muitas outras vantagens. É por isso que nos sentimos bem ao acordarmos de uma noite bem dormida.

Por outro lado, a falta de sono pode estar ligada a um maior risco de diabetes e obesidade, problemas cardíacos, depressão e outras doenças. Para evitar esses males, nosso corpo envia sinais desagradáveis quando adiamos ou encurtamos o descanso: a energia acaba, o andar se torna cambaleante, as pálpebras pesam sobre os olhos doloridos.

E quanto mais resistimos a dormir, mais perdemos a capacidade de concentração e de memória.

A falta de sono produz efeitos genéticos que são desfeitos quando o sono retorna ao normal. Mas a insônia crônica aumenta o risco de mortalidade.

Loucura do sono

Se ignorarmos esses efeitos e passarmos dias e dias acordados, nossas mentes começam a se desequilibrar. Alterações de humor, paranoias e alucinações tomam conta. "É uma espécie de loucura", define Atul Malhotra, diretor de medicina do sono da Universidade da Califórnia em San Diego.

Muitos estudos documentaram o declínio do organismo que sofre que privação do sono: o nível de hormônios causadores do estresse, como a adrenalina e o cortisol, aumenta, fazendo a pressão arterial subir. Enquanto isso, o ritmo cardíaco se altera e o sistema imunológico começa a esmorecer, segundo Malhotra. "Esses indivíduos passam a se sentir cada vez mais ansiosos e têm maior risco de contrair doenças", afirma.

A boa notícia é que esses efeitos não são permanentes e podem desaparecer ao se colocar o sono em dia.

Sem recordes

É possível que, ao saber de tudo isso, muitos de nós acabem desistindo de testar nossos limites sem dormir. Mas uma questão ainda está no ar: quanto tempo aguentamos acordados?

O registro mais citado é o do americano Randy Gardner, que, para uma experiência para a feira de Ciências de sua escola, ficou 264 horas sem dormir - ou pouco mais de 11 dias, segundo cientistas que o monitoraram durante esse tempo. Gardner tinha 17 anos e o experimento ocorreu em 1964.

Muitos outros relatos, pouco ou mais inacreditáveis, surgiram desde então em várias partes do mundo.

Mas ninguém conseguiu estabelecer um número de horas definitivo. Talvez isso seja uma boa coisa. Ciente dos danos graves provocados pela falta de sono contínua, o Livro Guinness dos Recordes eliminou esse tipo de competição na década passada.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Fé Natural

Que dedução se pode tirar do sentimento instintivo, que todos os homens trazem em si, da existência de Deus?

"A de que Deus existe; pois, donde lhes viria esse sentimento, se não tivesse uma base? (...)

O sentimento íntimo que temos da existência de Deus não poderia ser fruto da educação, resultado de idéias adquiridas?

"Se assim fosse, por que existiria nos vossos selvagens esse sentimento?"

Se o sentimento da existência de um ser supremo fosse tão-somente produto de um ensino, não seria universal e não existiria senão nos que houvessem podido receber esse ensino, conforme se dá com as noções científicas.

Não é de lastimar que o materialismo seja uma conseqüência de estudos que deveriam, contrariamente, mostrar ao homem a superioridade da inteligência que governa o mundo? (...)

"Não é exato que o materialismo seja uma conseqüência desses estudos. O homem é que deles tira uma conseqüência falsa, pela razão de lhe ser dado abusar de tudo, mesmo das melhores coisas. Acresce que o nada os amedronta mais do que eles quereriam que parecesse, e os espíritos fortes, quase sempre, são antes fanfarrões do que bravos. Na sua maioria, só são materialistas porque não têm com que encher o vazio do abismo que diante deles se abre. Mostrai-lhes uma âncora de salvação e a ela se agarrarão pressurosamente."

Origina-se de um sentimento inato a adoração, ou é fruto de ensino?

"Sentimento inato, como o da existência de Deus. A consciência da sua fraqueza leva o homem a curvar-se diante daquele que o pode proteger." (...) "A adoração está na lei natural, pois resulta de um sentimento inato no homem. Por essa razão é que existe entre todos os povos, se bem que sob formas diferentes."

O Livro dos Espíritos
Itens 5, 6, 148, 650 e 652
Paris, 1857

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Somos programados para acreditar em um Deus?

Francesca Stavrakopoulou
Diretora de Teologia e Religião da Universidade de Exeter (Inglaterra)
4 abril 2015

Apesar de acesso a conhecimento científico ter crescido, religião ainda mantém forte presença na sociedade

A religião – a crença em seres sobrenaturais, incluindo deuses e fantasmas, anjos e demônios, almas e espíritos – está presente em todas as culturas e permeia toda a História.

A discussão sobre a vida após a morte remonta a, pelo menos, 50.000 a 100.000 anos atrás.

É difícil obter dados precisos sobre o número de crentes de hoje, mas algumas pesquisas sugerem que até 84% da população do mundo são membros de grupos religiosos ou dizem que a religião é importante em suas vidas.

Vivemos em uma era de um acesso ao conhecimento científico sem precedentes, o que alguns acreditam que é incompatível com a fé religiosa. Então, por que a religião é tão difundida e persistente?

Os psicólogos, filósofos, antropólogos e até mesmo os neurocientistas sugerem possíveis explicações para a nossa disposição natural de acreditar, e para o poderoso papel que a religião parece ter em nossas vidas emocionais e sociais.

Morte, cultura e poder

Mas antes de falar das teorias atuais, é preciso entender como surgiram as religiões e o papel que elas tiveram na vida de nossos ancestrais.

As primeiras atividades religiosas foram em resposta a mudanças corporais, físicas ou materiais no ciclo da vida humana, especialmente a morte.

Os rituais de luto são uma das mais antigas formas de experiência religiosa. Muitos de nossos antepassados não acreditavam que a morte era necessariamente o fim da vida – era apenas uma transição.

Alguns acreditavam que os mortos e outros espíritos podiam ver o que estava acontecendo no mundo e ainda tinham influência sobre os eventos que estão ocorrendo.

E essa é uma noção poderosa. A ideia de que os mortos ou até mesmo os deuses estão com a gente e podem intervir em nossas vidas é reconfortante, mas também nos leva a ter muito cuidado com o que fazemos.

Os seres humanos são essencialmente sociais e, portanto, vivem em grupos. E como grupos sociais tendem à hierarquia, a religião não é exceção.

Quando há um sistema hierárquico, há um sistema de poder. E em um grupo social religioso, a hierarquia localiza seu membro mais poderoso: a divindade - Deus.

É para Deus que temos de prestar contas. Hoje em dia, a religião e o poder estão conectados. Estudos recentes mostram que lembrar de Deus nos faz mais obedientes.

Até em sociedades que reprimiram a fé, surgiu algo que tomou seu lugar, como o culto a um líder ou ao Estado.

E quanto menos estável é um país politica ou economicamente, mais provável que as pessoas busquem refúgio na religião. Os grupos religiosos podem, ao menos, oferecer o apoio que o Estado não fornece a quem se sente marginalizado.

Assim, fatores sociais ajudam a desenvolver e fortalecer a fé religiosa, assim como a forma como nos relacionamos com o mundo e com os outros.

Outras mentes

Em todas as culturas, os deuses são, essencialmente, pessoas, mesmo quando têm outras formas.

Hoje, muitos psicólogos pensam que acreditar em deuses é uma extensão do nosso reconhecimento, como animais sociais, da existência de outros. E uma demonstração da nossa tendência de ver o mundo em termos humanos.

Nós projetamos pensamentos e sentimentos humanos em outros animais e objetos, e até mesmo nas forças naturais – e essa tendência é um dos pilares da religião.

Assim argumentou-se que a crença religiosa pode ser baseada em nossos padrões de pensamento e de cultura humana. Alguns cientistas, no entanto, foram além e analisaram nossos cérebros em busca do lendário "ponto Deus".

Deus no cérebro

Os neurocientistas têm tentado comparar os cérebros dos crentes e ao dos céticos, para ver o que acontece no nosso cérebro quando rezamos ou meditamos. Se conhece pouquíssimo sobre esse campo - mas há algumas pistas, especialmente no que diz respeito às aéreas cerebrais.

O córtex pré-frontal medial está fortemente associado com a nossa capacidade e tendência para entender os pensamentos e sentimentos dos outros. Muitos estudos têm mostrado que esta região do cérebro está especialmente ativa entre os crentes religiosos, especialmente quando estão rezando. Isso corrobora a visão de que a fé religiosa é uma forma de interação social.

Já o lobo parietal, de acordo com estudos pode estar envolvido em experiências religiosas, especialmente aquelas caracterizadas com a dissolução do ego.

Pontuando a vida

Na medida em que estamos constantemente à procura de padrões, estruturas e relações de causa-efeito, a religião pode fornecer uma variedade de estratégias para que essa busca faça sentido

As crenças religiosas ajudam os seres humanos a se organizar e dar sentido a suas vidas. E em todas as culturas, e até mesmo entre ateus, os rituais podem ajudar a pontuar eventos importantes da vida.

Embora nem a neurociência, nem a antropologia e nem filosofia tenham uma resposta definitiva para a questão "Deus existe?", todas essas disciplinas dão pistas sobre como nós respondemos às nossas mais profundas necessidades humanas.

Talvez não sejamos programados para acreditar em Deus ou em um poder sobrenatural, mas somos animais sociais com uma necessidade evolutiva de ficar conectado com o mundo e com os outros.

De repente, as religiões são apenas canais para permitir essas conexões.

Fonte: BBC

quinta-feira, 26 de março de 2015

A Alegria dos Outros

"Um outro senhor se aproximou. Tinha tudo: dinheiro, saúde, família. Mas era triste. Vivia num vazio permanente. Chico matou a charada: "Falta ao senhor a alegria dos outros."

Marcel Souto Maior
As vidas de Chico Xavier




"Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação. (...) por instinto os homens buscam a sociedade e todos devem concorrer para progresso, auxiliando-se mutuamente." (...) O homem tem que progredir. Insulado, não lhe é isso possível, por não dispor de todas as faculdades. Falta-lhe o contacto com os outros homens. No insulamento, ele se embrutece e estiola."

O Livro dos Espíritos
Itens 766/768
Paris, 1857



    
20/03/2015
Quer viver mais? Passe menos tempo sozinho
Redação do Diário da Saúde

"Não apenas estamos no mais alto índice de viver sozinho já registrado em todo o século, mas estamos com os mais altos índices já registrados no planeta."

Riscos da solidão

Pergunte às pessoas o que é preciso para viver uma vida longa, e elas vão citar coisas como fazer exercícios físicos, tomar ômega-3 e consultar o médico regularmente.

Mas a solidão e o isolamento social, dificilmente lembrados, são uma ameaça tão grande à longevidade quanto condições bem mais combatidas.

"O efeito [da solidão] é comparável à obesidade, algo que a saúde pública leva muito a sério," disse Julianne Holt-Lunstad, da Universidade Brigham Young (EUA). "Precisamos começar a levar nossas relações sociais mais a sério."

Solidão e isolamento social podem assumir aspectos muito diferentes. Por exemplo, alguém pode ser cercado por muitas pessoas, mas ainda se sentir sozinha. Outras pessoas podem isolar-se porque preferem ficar sozinhas.

Contudo, o efeito sobre a longevidade é o mesmo para os dois cenários - quanto mais sozinho, por opção ou a contragosto, menor é a expectativa de vida.

Isto confirma estudos anteriores, que concluíram que a solidão produz efeitos similares ao envelhecimento.

Solidão entre jovens

Outra grande surpresa do estudo é que a associação entre a solidão e o risco de mortalidade foi maior entre as pessoas mais jovens do que entre as pessoas mais velhas.

Embora as pessoas mais velhas sejam mais propensas a se sentir solitárias e, naturalmente, enfrentar um maior risco de mortalidade, a solidão e o isolamento social preveem melhor a morte prematura entre as populações com menos de 65 anos.

Os dois pesquisadores analisaram dados de uma variedade de estudos de saúde. Ao todo, a amostra incluiu mais de 3 milhões de participantes, com dados sobre a solidão, o isolamento social e pessoas que vivem sozinhas.

"Não apenas estamos no mais alto índice de viver sozinho já registrado em um século, mas estamos com os mais altos índices já registrados no planeta," acrescentou Tim Smith, coautor do estudo. "Com a solidão em ascensão, estamos prevendo uma possível epidemia de solidão no futuro."

> Cure a si mesmo: Confie nas pessoas e não fique só

Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 28 de julho de 2014

A Caminho da Unidade

"A hora vem, em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis (...)

Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade;

porque o Pai procura a tais que assim o adorem.

Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade."

 

“... e haverá um rebanho e um pastor.”

Jesus (João, capítulos 4 e 10)

 

“Hoje cremos diferente

Em Jesus de Nazaré

Mas o mundo à nossa frente

Quer saber como é que é

Crer em Deus tão divididos

De cabeça e coração

Incapazes de sentar-nos

Pra partimos o mesmo pão.

 

Só Jesus, louvado seja,

Vai nos dar mais humildade

Vai levar nossas igrejas

No caminho da unidade.”

 

Aprenderemos

Padre Zezinho, scj

 


 

A Casa da Unidade: onde igreja, mesquita e sinagoga se encontram

Com informações da BBC

02/07/2014

 

Os três líderes espirituais mais diretamente envolvidos no projeto:

"O fato de que existem pessoas dentro de cada grupo que não podem se entender é um problema,

mas é preciso começar em algum lugar e é isso que estamos fazendo."

 

A cidade de Berlim, na Alemanha, quer fazer história no universo das religiões criando um local onde muçulmanos, judeus e cristãos possam rezar juntos.

 

"A Casa da Unidade" (The House of One), como está sendo chamada, terá uma sinagoga, uma igreja e uma mesquita sob o mesmo teto.

 

Além do aspecto da união entre as religiões, o nome "Casa da Unidade" é uma referência ao "Deus único" que é o pilar das três grandes religiões monoteístas que moldaram a cultura ocidental.

 

O projeto consiste em uma torre alta e quadrada no centro, com as casas de culto das três religiões - a sinagoga, a igreja e a mesquita - basicamente "sob o mesmo teto".

 

Foco na união

 

Será que os líderes por trás do projeto poderão se entender?

 

"Nós podemos. O fato de que existem pessoas dentro de cada grupo que não podem é um problema, mas é preciso começar em algum lugar e é isso que estamos fazendo," disse o rabino Tovia Ben Chorin.

 

O imã - líder muçulmano - Kadir Sanci, vê A Casa da Unidade como "um sinal, um sinal para o mundo de que a grande maioria dos muçulmanos é pacífica e não violenta". É também, segundo ele, um lugar onde diferentes culturas podem aprender umas com as outras.

 

Cada uma das três áreas na Casa terá o mesmo tamanho, mas formas diferentes, explica o arquiteto Wilfried Kuehn.

 

"Cada um dos espaços foi projetado de acordo com as necessidades do culto religioso, com as particularidades de cada fé," disse. "Por exemplo, há dois andares na mesquita e na sinagoga, mas apenas um na igreja. Haverá um órgão na igreja. Teremos um lugar onde se possa lavar os pés na mesquita."

 

Semelhanças religiosas

 

Kuehn e sua equipe de arquitetos pesquisaram projetos para os três tipos de locais de culto e encontraram mais semelhanças do que esperavam.

 

"O que é interessante é que, quando você volta um tempão atrás, observa-se que eles compartilham uma série de tipologias arquitetônicas. Eles não são tão diferentes", disse. "Não é necessário, por exemplo, que uma mesquita tenha um minarete - essa é apenas uma possibilidade, não uma necessidade. E uma igreja não precisa ter uma torre. Eu estou falando de voltar às origens, quando essas três religiões estavam perto e compartilhavam arquitetonicamente de muitas coisas".

 

Os idealizadores do projeto iniciaram uma campanha para angariar fundos para a construção do edifício.

 

Qualquer pessoa pode doar dinheiro online para o projeto - cada um pode contribuir com quantos tijolos quiser, sendo que cada tijolo custa 10 euros (cerca de R$ 30). A construção do edifício irá começar quando as doações atingirem 10 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) - a expectativa é que esse valor seja alcançado até 2015. O projeto prevê cerca de dois anos para a realização das obras. O endereço é www.house-of-one.org.

 

Fonte: Diário da Saúde

Sem Sacrifícios

“Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos.

Ide, pois, e aprendei o que significa:

Misericórdia quero, e não sacrifícios.

Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores.”

Jesus (Mateus, capítulo 9)

 


 

Isso não é perdão, é punição

Redação do Diário da Saúde

 

Perdão ou vingança?

 

O conceito de perdão parece andar deteriorado - ou deteriorando-se. Pelo menos na compreensão que alguns cientistas parecem ter dele.

 

Psicólogos da Universidade de Adelaide (Austrália) concluíram que é mais fácil para as pessoas perdoarem alguém quando esse alguém sofre alguma forma de punição.

 

O Dr. Peter Strelan afirma vir estudando o perdão na tentativa de entender melhor como as pessoas podem resolver conflitos pessoais.

 

"Justiça e perdão são frequentemente considerados como opostos, mas descobrimos que as vítimas que punem seu agressor são mais capazes de perdoar e seguir em frente," diz o Dr. Strelan.

 

Mas será que isso pode ser chamado de perdão? Não seria mais semelhante ao seu oposto, a vingança?

 

Perdão funcional

 

"A punição pode assumir muitas formas diferentes. Pode-se dar a alguém o 'tratamento silencioso', o que em si mesmo é um castigo psicológico muito poderoso. Ou, no caso de um agressor criminoso, saber que um tribunal impôs uma sentença razoável e que a justiça está sendo feita pode ser o suficiente para algumas pessoas perdoarem," prossegue ele.

 

"Quando você é ferido por alguém, você naturalmente se sente vulnerável, e a simples ideia de perdoar esse alguém também faz a vítima sentir-se vulnerável. Quando alguma forma de punição está envolvida, a vítima se sente fortificada pela punição e é mais capaz de perdoar," analisa o pesquisador.

 

Ele reconhece que a punição não deve ser extrema ou vingativa, porque isso não iria ajudar a reparar os danos no caso de um relacionamento, podendo até mesmo piorar as coisas.

 

"Para o perdão realmente funcionar, deve haver um sentimento de que as respostas negativas para com um transgressor estão sendo substituídas por pensamentos positivos. Não se trata de retaliação, trata-se de responder de forma construtiva e fazer algo sobre o mau comportamento das pessoas em relação a você, de uma forma que funcione para ambas as partes envolvidas no conflito," diz ele.

 

O que é perdão

 

Segundo o dicionário, perdão é a renúncia às consequências punitivas que seriam justificáveis em face de uma ação de transgressão em qualquer nível.

 

O perdão é concedido sem qualquer expectativa de compensação e pressupõe a eliminação de qualquer exigência de pena ou castigo.

 

Talvez o Dr. Strelan pudesse então se referir a uma forma intermediária de sentimento, eventualmente uma compreensão do erro do outro em face de ele ou ela ter arcado com as consequências.

 

Outros estudos já demonstraram que não é necessário haver punição, bastando haver um arrependimento verdadeiro por parte do "infrator" para que o perdão seja concedido e a confiança restaurada.

 

Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Bom Conselho

“por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?

Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?

Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.”

Jesus (Mateus, capítulo 7)

 


 

Como nos dar conselhos tão bons quanto damos aos outros

Com informações da Umich

30/06/2014

 

Aponte o dedo para si mesmo por meio de um autodistanciamento e tire proveito da sabedoria que você aplica aos outros, mas que parece esconder quando lida consigo mesmo.

 

A maioria de nós acredita ser mais fácil ter sabedoria para resolver os problemas dos outros do que os nossos próprios.

 

Mas pode haver uma maneira simples de acabar com esta distinção, permitindo que tiremos proveito de nossos próprios conselhos.

 

A solução encontra-se no autodistanciamento, ou seja, em tentar considerar seus problemas do ponto de vista de um observador - uma espécie de empatia às avessas.

 

A recomendação é uma das conclusões de uma pesquisa realizada por Ethan Kross (Universidade de Michigan - EUA) e Igor Grossmann (Universidade de Waterloo - Canadá).

 

Paradoxo de Salomão

 

Grossmann e Kross pediram aos voluntários para refletirem sobre um conflito de relacionamento próprio ou de uma outra pessoa - eles deveriam pensar sobre esse problema em primeira pessoa e depois em terceira pessoa e oferecer conselhos sobre como resolver o problema em cada um dos casos.

 

Os resultados mostram claramente que, quando as pessoas pensam sobre os problemas em primeira pessoa, elas têm mais sabedoria ao resolver o problema que não é seu.

 

Os pesquisadores batizaram esse "preconceito" de "Paradoxo de Salomão", uma referência ao rei do Velho Testamento que era conhecido por sua sabedoria, mas que falhava na hora de tomar decisões pessoais.

 

Autodistanciamento

 

Este estudo se baseia em pesquisas anteriores da mesma dupla, que já havia demonstrado o impacto que o "falar de si mesmo" tem sobre o autocontrole e de como desenvolver a sabedoria.

 

Essas pesquisas demonstraram que, quando as pessoas falam de si próprias como se fossem uma outra pessoa, elas apresentam menos vergonha e preocupação do que quando falam sobre si mesmas usando a primeira pessoa.

 

Elas também ficam mais confiantes, menos nervosas e são mais persuasivas nesses casos.

 

"Quando as pessoas se distanciam, eles são capazes de raciocinar melhor sobre seus próprios problemas, como também sobre os problemas dos outros," disse Kross.

 

Kross e Grossmann dizem que é fácil fazer esse autodistanciamento.

 

"Nós só pedimos a nossos participantes para não usar seu próprio nome e usar outros pronomes que não fossem em primeira pessoa, como 'você' por exemplo, quando eles estivessem pensando sobre si mesmos," disse Kross. "Em vez de dizer, 'Por que estou me sentindo assim?', adotar uma perspectiva distanciada se perguntando, 'Por que você está se sentindo assim?'."

 

Idade x sabedoria

 

A dupla relata ainda que, durante seus experimentos, não encontrou indícios de que o conhecido ditado de que a idade traz a sabedoria seja verdadeiro: jovens e velhos apresentaram as mesmas dificuldades em lidar com os próprios problemas.

 

Fonte: Diário da Saúde

ANOMALIA MAGNÉTICA SOB A AMÉRICA DO NORTE

De: Júnior
Enviada em: sexta-feira, 4 de julho de 2014 20:08
Para: Ramon
Assunto: ANOMALIA MAGNÉTICA...

 

Segue os links sobre o assunto da anomalia magnética sob a América do Norte.

 

Necessário pesquisarmos mais sobre esse assunto, vez que meses atrás registravam uma anomalia sob a América do Sul.

 

A preocupação vem pelo fato das instabilidades notificadas no supervulcão Yellowstone ao longo das últimas décadas.

 

Ø http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/2014/07/estranha-anomalia-magnetica-da-america.html

 

Ø http://londrinstant.blogspot.com.br/2014/04/parque-nacional-yellowstone-pode.html

 

Ø http://www.libertar.in/2014/04/acordo-brasil-argentina-e-australia.html

 

Vale observar as fontes pesquisadas por esses blogs, citados logo abaixo da matéria.

 

Inspire-nos as vibrações perenes do AMOR do Cristo.

 

JUNIOR

 


 

Boa tarde, Junior.

 

Lemos os artigos, por sinal muito interessantes.

 

Pelo que entendemos, a notícia só “vazou” por causa da recusa do parlamento sul-africano em “alugar” seu território aos norte-americanos.

 

De fato, essa operação, aparentemente humanitária, poderia com o tempo se transformar numa nova colonização, causando um novo aparthaid na África do Sul, pois ainda somos constantemente traídos pelos olhos e muito pragmáticos em separar as pessoas pela aparência.

 

Quanto ao Brasil, nossa miscigenação já tão acentuada poderia talvez abrandar esse efeito colateral indesejado. Nossa história, pelo contrário, prova que somos o povo mais habilitado para abrigar estrangeiros de qualquer parte do mundo.

 

Esse deslocamento de massa populacional, de certo modo, remete às previsões de Chico Xavier sobre o ano de 2019. Nelas, Chico fala sobre grandes migrações de povos da Europa e América do Norte para a América do Sul, especialmente para o Brasil, caso não conseguíssemos evitar uma 3ª Guerra Mundial.

 

Na ausência da guerra, essa diáspora norte-americana seria talvez um abrandamento do mesmo mal, que não poderia ser completamente evitado. O que achas?

 

Obrigado pelos artigos.

 

Forte abraço.

 

Ramon de Andrade

Palmares-PE

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Terapia da Fé

"Ora, certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, e que tinha sofrido bastante às mãos de muitos médicos, e despendido tudo quanto possuía sem nada aproveitar, antes indo a pior, tendo ouvido falar a respeito de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou-lhe o manto; porque dizia: Se tão-somente tocar-lhe as vestes, ficaria curada. E imediatamente cessou a sua hemorragia; e sentiu no corpo estar já curada do seu mal.
 
E logo Jesus, percebendo em si mesmo que saíra dele poder, virou-se no meio da multidão e perguntou: Quem me tocou as vestes? Responderam-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e perguntas: Quem me tocou? Mas ele olhava em redor para ver a que isto fizera. Então a mulher, atemorizada e trêmula, cônscia do que nela se havia operado, veio e prostrou-se diante dele, e declarou-lhe toda a verdade. Disse-lhe ele: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz, e fica livre desse teu mal."
 
Marcos, capítulo 5
 

 
USP incorpora dimensão espiritual a tratamento médico
Redação do Diário da Saúde
27/01/2014
Depoimentos dos pacientes revelam que eles se sentem mais humanizados com a abordagem espiritualizada.
 
Além da neuroquímica
 
O exercício da medicina e a formação dos médicos raramente levam em consideração aspectos como religião e espiritualidade no contato com os pacientes.
 
Isso apesar da lida diária desses profissionais com a saúde humana, o que com frequência é sinônimo de lidar com o sofrimento alheio, a dor e a morte.
 
Para o psiquiatra Frederico Camelo Leão, independentemente das crenças pessoais do médico, ele deve estar preparado para lidar com a dimensão espiritual.
 
"O paciente demanda isso", afirma o pesquisador da Faculdade de Medicina da USP.
 
O Dr. Leão coordena o Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade (ProSER), iniciativa que busca compreender a relação entre esses três fatores a partir de atividades de pesquisa, ensino e assistência terapêutica.
 
Segundo o médico, a complexidade do ser humano e a saúde mental vão muito além das questões neuroquímicas - e é essa premissa que guia o programa.
 
Espiritualidade e saúde
 
A ideia não é que a espiritualidade e a religiosidade entrem como uma alternativa ao tratamento médico. "É uma forma complementar, dentro da visão de que a busca da saúde é mais do que apenas tomar remédios", explica.
 
Leão conta que trabalhos científicos na área indicam que práticas como meditação, orações ou a dedicação a uma denominação religiosa podem estar associadas a melhoras na defesa imunológica e na longevidade.
 
Ao frequentar um templo ou igreja, por exemplo, a pessoa, além de trabalhar sua espiritualidade, tem também suporte social, ou seja, frequenta um lugar onde pode compartilhar experiências e obter apoio, o que traz benefícios à saúde, podendo, inclusive, inibir ímpetos suicidas.
 
Anamnese espiritual
 
Essa sessão - chamada de anamnese espiritual - por si só já apresenta uma função terapêutica ao estimular a reflexão do paciente sobre essas questões.
 
A seguir, equipe pode sugerir o encaminhamento do paciente a alguma das atividades promovidas pelo programa, como meditação, oficina de contos, ioga e psicoterapia transpessoal - no caso da ioga, o programa se estende também aos funcionários do Instituto.
 
O trabalho não envolve práticas religiosas, embora possa ser feita uma intermediação quando o paciente deseja receber a visita de um representante religioso, como um rabino, padre ou pastor.
 
Ciência e religião
 
Embora ainda exista resistência por parte da comunidade científica ao lidar com questões que envolvam religião e espiritualidade, o Dr. Leão relata um grande crescimento na produção científica na área.
 
"A resistência vem de quem acredita que a questão central da psiquiatria é diagnóstico e medicação. Mas a psiquiatria não se esgota aí", conclui o médico.
 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Mapa das Emoções

"A candeia do corpo são os olhos;
de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo teu corpo terá luz;
se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso.
Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes são tais trevas!"
Jesus (Mateus, capítulo 6)
 
"A candeia do corpo são os olhos.
Quando, pois, os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso;
mas, quando forem maus, o teu corpo será tenebroso.
Vê, então, que a luz que há em ti não sejam trevas.
Se, pois, todo o teu corpo estiver iluminado, sem ter parte alguma em trevas,
será inteiramente luminoso, como quando a candeia te alumia com o seu resplendor."
Jesus (Lucas, capítulo 11)
 

 
Mapa das emoções relaciona áreas do corpo com cada emoção
Com informações da BBC
14/01/2014

Pesquisadores finlandeses criaram o primeiro mapa que aponta em que lugar do corpo as emoções humanas se manifestam.
 
Cada emoção parece despertar reações em diferentes áreas do corpo, independentemente do fato de as pessoas terem culturas diferentes.
 
"As emoções não ajustam apenas a nossa saúde mental, mas também nossos estados corporais. Desta forma, nos preparam para reagir rapidamente frente aos perigos, mas também diante de qualquer oportunidade que o ambiente nos ofereça, como uma interação social prazerosa", disse Lauri Nummenmaa, da Universidade de Aalto.
 
Colorindo as emoções
 
Para o estudo, os cientistas realizaram cinco experimentos com 701 pessoas.
 
Os voluntários deveriam localizar em que lugar sentiam o efeito de uma série de emoções básicas como raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza ou surpresa, e outras mais complexas como ansiedade, amor, depressão, desprezo, orgulho, vergonha e inveja.
 
Os participantes tinham que colorir em uma figura humana as zonas que se ativavam mais ou menos enquanto ouviam as palavras que designam cada uma destas emoções.
 
O vermelho era usado para marcar as áreas de maior atividade e o azul, as com menos sensações.
 
Os cientistas então observaram uma grande coincidência, acima de 70%, das áreas coloridas.

Para garantir que estes mapas não dependiam da cultura ou idioma dos voluntários, os cientistas repetiram os exercícios em três grupos com nacionalidade diferentes: finlandeses, suecos e taiwaneses.
 
Mesmo assim as coincidências foram observadas, levando à conclusão de que as respostas físicas às emoções podem ser universais.
 
Amor e alegria
 
Segundo o mapa das emoções, as duas emoções que causam uma reação corporal mais intensa e em todo o corpo são o amor e a alegria.
 
Também é possível ver que, no geral, todas as emoções básicas ativam sensações na parte superior do corpo, onde estão os órgãos vitais e, principalmente, na cabeça.
 
"Observar a topografia das sensações corporais disparadas pelas emoções permite criar uma ferramenta única para a investigação das emoções e pode até oferecer indicadores biológicos de transtornos emocionais," afirmaram os cientistas em seu estudo.
 

domingo, 22 de dezembro de 2013

Alegria dos Outros

"O homem tem que progredir. Insulado, não lhe é isso possível, por não dispor de todas as faculdades. Falta-lhe o contacto com os outros homens. No insulamento, ele se embrutece e estiola."

"Homem nenhum possui faculdades completas. Mediante a união social é que elas umas às outras se completam, para lhe assegurarem o bem-estar e o progresso. Por isso é que, precisando uns dos outros, os homens foram feitos para viver em sociedade e não insulados."
 
O Livro dos Espíritos
Questão 768
Paris, 1857
 

 
"(...) Um outro senhor se aproximou. Tinha tudo: dinheiro, saúde, família. Mas era triste. Vivia num vazio permanente.

Chico matou a charada: - Falta ao senhor a alegria dos outros."

Marcel Souto Maior
As vidas de Chico Xavier
2ª edição revista e ampliada
São Paulo, Editora Planeta, 2003
 

 
Uso frequente do celular aumenta ansiedade e diminui felicidade de estudantes
Redação do Diário da Saúde
16/12/2013
Quanto mais usam o celular, mais ansiosos e menos felizes os estudantes se sentem.
 
Os telefones celulares dos alunos raramente estão fora do alcance, mesmo quando eles estão na sala de aula, na biblioteca, ou no refeitório.
 
Mas será que o uso do telefone celular está relacionado de alguma forma com indicadores mensuráveis importantes para o sucesso do aluno, tais como as notas, seu nível de ansiedade ou seu estado geral de felicidade?
 
Andrew Lepp, Jacob Barkley e Aryn Karpinski, da Universidade Estadual de Kent (EUA) pesquisaram mais de 500 estudantes universitários em busca de respostas para essa pergunta.
 
Para isso eles registraram o uso diário de telefone celular e submeteram os estudantes a avaliações clínicas de ansiedade e indicadores geralmente usados para indicar a felicidade, ou a satisfação com a própria vida.
 
Finalmente, todos os participantes permitiram aos pesquisadores acessar seus registros universitários oficiais, a fim de verificar suas notas.
 
Avaliação crítica
 
Os resultados da análise mostraram que o uso do telefone celular está negativamente correlacionado com a felicidade e com as notas, e positivamente correlacionado com a ansiedade.
 
Em outras palavras, quanto mais usam o telefone celular, mais ansiosos e menos felizes os estudantes se sentem quando comparados a seus colegas que usam menos o telefone celular, além de tirarem notas mais baixas.
 
No início deste ano, a mesma equipe havia identificado uma correlação negativa entre o uso de telefone celular e a capacidade cardiorrespiratória.
 
Segundo os pesquisadores, tomados em conjunto, estes resultados sugerem que os alunos devem ser encorajados a monitorar o próprio uso do telefone celular, refletindo sobre o hábito de forma crítica para que ele não se torne prejudicial para seu desempenho acadêmico, para sua saúde mental e física e para o seu bem-estar geral - a sua felicidade.