quarta-feira, 13 de março de 2013

Conhecimento de si mesmo

Qual o meio prático mais eficaz para se melhorar nesta vida e resistir aos arrastamentos do mal?
 
Um sábio da Antiguidade vos disse: "Conhece-te a ti mesmo".
 
O conhecimento de si mesmo é, portanto, a chave do melhoramento individual. (...) Que aquele que tem a vontade séria de se melhorar sonde sua consciência, a fim de arrancar de si as más tendências, como arranca as más ervas de seu jardim. Que faça o balanço de sua jornada moral, como o mercador faz a de suas perdas e lucros, e eu vos asseguro que isso resultará em seu benefício. Se puder dizer a si mesmo que seu dia foi bom, pode dormir em paz e esperar sem temor o despertar na outra vida.
 
O Livro dos Espíritos
Pergunta 919
Paris, 1857
 

 
Consciência de si mesmo melhora emoções e sono
Redação do Diário da Saúde
11/03/2013

Sempre alerta
 
Pessoas que descrevem a si mesmas como plenamente alertas e atentas ao momento presente têm emoções mais estáveis e maior controle sobre o próprio humor e o comportamento.
 
Aquelas que estão no topo da escala - mais alertas e conscientes do presente - relatam ainda menos ativação cognitiva e fisiológica na hora de dormir, o que se traduz em um sono de melhor qualidade.
 
"Este estudo nos dá uma melhor compreensão de como a mente alerta afeta as respostas ao estresse ao longo do dia," disse Holly Rau, da Universidade de Utah (EUA), uma das autoras do trabalho que foi publicado na revista da American Psychosomatic Society.
 
Consciência de si
 
A técnica de meditação da mente alerta (mindfulness) é uma prática espiritual que tem mostrado benefícios surpreendentes para uma série de problemas comportamentais, além de melhorar a qualidade de vida.
 

Mas Rau e suas colegas estavam interessadas não diretamente na meditação, mas em uma postura mais geral de mente alerta, um estado em que a pessoa fica mais conectada com a realidade, consciente não apenas de cada situação, mas também de si mesma enquanto imersa nessas situações do dia-a-dia.
 
Essa postura, que pode ser desenvolvida intencionalmente a partir da observação de si mesmo a cada momento, é normalmente chamada de "consciência de si mesmo".
 
Para isso medir a relação entre a consciência de si e o estado emocional, os voluntários - entre 20 e 45 anos de idade - carregavam aparelhos que monitoravam seus estados fisiológicos, enquanto registravam os acontecimentos emocionalmente relevantes ao longo do dia.
 
Os resultados mostraram uma forte associação entre a mente alerta e uma melhor estabilidade emocional, melhor autocontrole emocional e comportamental e menor estimulação pré-sono, uma medida dos sintomas físicos e emocionais da ansiedade.
 

domingo, 3 de março de 2013

Minoria Barulhenta

Por que, no mundo, frequentemente, a influência dos maus se sobrepõe à dos bons?

"Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão."
 
O Livro dos Espíritos
Questão 932
Paris, 1857
 

 
Extremistas são mais dispostos a defender suas opiniões publicamente
Redação do Diário da Saúde
07/01/2010

A força dos extremos
 
As pessoas com opiniões relativamente extremas são mais dispostas a expor e compartilhar suas opiniões publicamente do que aquelas com visões mais moderadas, de acordo com um novo estudo.
 
O fundamental é que os extremistas têm necessidade de acreditar que mais pessoas compartilham suas opiniões do que acontece na realidade, descobriram os pesquisadores.
 
Os resultados podem oferecer uma explicação possível para o clima aguerrido e polarizado que os políticos normalmente passam, onde opiniões extremas, sejam liberais ou conservadoras, muitas vezes parecem dominar o cenário inteiro.
 
"Quando as pessoas com visões extremas alcançam esta falsa sensação  de que elas estão em maioria, elas ficam mais dispostas a se expressar", afirma Kimberly Rios Morrison, da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos.
 
Extremistas que se acreditam maioria
 
E como as pessoas com visões extremas passam a acreditar que são a maioria?
 
Isso pode acontecer no interior de grupos que tendem a inclinar-se moderadamente em uma direção face a um determinado problema. Aqueles que tomam a versão extrema do ponto de vista do seu grupo podem acreditar que realmente representam o verdadeiro ponto de vista do grupo inteiro, diz Morrison.
 
Um exemplo são as opiniões sobre o uso de álcool entre estudantes universitários.
 
Em uma série de estudos, Morrison e seu colega Dale Miller descobriram que os estudantes universitários que eram extremamente pró-álcool tinham mais chances de expressar suas opiniões do que os outros, embora a maioria dos alunos pesquisados fossem moderados em suas opiniões sobre o uso do álcool.
 
"Os alunos que foram escandalosamente pró-álcool tenderam a pensar que sua opinião era muito mais popular do que realmente era", disse ela. "Eles pareciam assumir o estereótipo de que os estudantes universitários consomem muito álcool."
 
Minoria barulhenta
 
As pessoas com visões liberais mais extremas podem ser mais propensas do que outras para participar de protestos públicos e portar adesivos defendendo seus pontos de vista liberais, porque eles acham que a comunidade os apoia.
 
Nos estudos sobre o uso do álcool, a maioria dos estudantes pesquisados tendeu para o centro da escala - "muito a favor" de um lado e "muito contra" do outro - quando foram entrevistados individualmente.
 
Ao serem perguntados sobre sua disponibilidade em expressar publicamente suas opiniões, aqueles que estavam nos extremos da escala se mostraram muito mais dispostos - logo, os mais aguerridos estavam longe de representarem a maioria.
 
Sensação de maioria
 
No entanto, numa outra pesquisa, os cientistas adicionaram um truque: eles deram aos participantes dados falsos que indicavam que outros estudantes mantinham posições conservadoras, contra o consumo de álcool, contrariando o estereótipo comum de que os estudantes universitários geralmente são favoráveis - este é o fator considerado pelos estudiosos como garantidor de que os extremistas pró-álcool acreditam representar a maioria.
 
Quando viram esses dados forjados, os extremistas pró-álcool mostraram-se menos dispostos a expressar publicamente suas opiniões.
 
"É somente quando eles têm essa sensação de que são a maioria que os estudantes extremamente pró-álcool ficam mais dispostos a expressar suas opiniões sobre o assunto", disse Morrison.
 
Síndrome de minoria
 
No entanto, os estudantes que tinham visões mais extremos anti-álcool não estavam mais propensos a querer expressar seus pontos de vista, mesmo quando eles viram os dados sugerindo que a maioria dos seus colegas concordava com eles.
 
"Seus pontos de vista que eles estão em minoria podem estar tão profundamente enraizados que é difícil mudar apenas com base em nosso único experimento", disse ela.
 
Isto mostra que nem todos os extremistas sentem mais disposição em compartilhar suas opiniões - somente aqueles que acreditam representar a opinião do grupo.
 

domingo, 20 de janeiro de 2013

As evidências se acumulam...

"Na casa de meu Pai há muitas moradas;
se não fosse assim, eu vo-lo teria dito."
João, Capítulo 14
 
"Mas nada há encoberto, que não haja de ser descoberto;
nem oculto, que não haja de ser conhecido.
Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido;
e o que falaste ao ouvido no gabinete, dos eirados será apregoado."
Lucas, Capítulo 12
 

 
Fórum Econômico Mundial alerta: Mundo precisa se preparar para a descoberta de vida alienígena
16/01/2013 | 12h31min 

Dado o avanço nas observações do espaço e o ritmo da exploração do cosmos nas últimas décadas, é cada vez mais viável que os cientistas encontrem algum indício de vida fora da Terra, afirma novo documento do Fórum Econômico Mundial. Assim, é preciso que os países e as grandes organizações comecem a discutir, desde já, os efeitos dessa grande descoberta.
 
No relatório Riscos Globais deste ano, o Fórum lista alguns dos "fatores X" que devem entrar na roda de debates da comunidade internacional por terem suas consequências incertas para o futuro da humanidade. Além da vida extraterrestre, são citados outros quatro tópicos, como as implicações das habilidades sobrehumanas, o custo da longevidade para o planeta, o descontrole das mudanças climáticas e o da falta de regulamentação na geoengenharia (tecnologia usada para controle do clima).
 
De acordo com o documento, é possível que, dentro de dez anos, sejam encontradas evidências de que a vida pode existir em algum lugar do Universo além da Terra. Se isso acontecer, o impacto a curto prazo será centrado na comunidade científica. Grande parte do fluxo do dinheiro mundial será colocado na construção de telescópios e novos equipamentos, nas missões robóticas e nas viagens espaciais, além dos esforços para que o corpo humano sobreviva às distâncias interestelares.
 
Mas a longo prazo, as implicações psicológicas e filosóficas serão profundas. As especulações de que indícios químicos (oxigênio, água e atmosfera, por exemplo) podem dar suporte à vida inteligente fora da Terra vai abalar crenças de religiões e da filosofia humana. O relatório afirma que, com campanhas, o público pode se preparar para esse processo e obter um entendimento científico sobre a posição e a importância da humanidade para o Universo.
 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Faxina Emocional

"Do que há em abundância no coração, disso fala a boca.
O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas,
e o homem mau do mau tesouro tira coisas más
."

Jesus (Mateus, Capítulo 12)
 

 
Como descartar pensamentos ruins e guardar pensamentos bons
Redação do Diário da Saúde
19/12/2012
Só imaginar que está jogando os pensamentos fora ou os está guardando não funciona. Você precisa realmente escrevê-lo e jogá-los fora ou guardá-los bem guardados.
 
Manipulando pensamentos
 
Se você quiser realmente se livrar de pensamentos negativos e indesejáveis, simplesmente rasgue-os e jogue-os no lixo.
 
Pesquisadores descobriram que, quando as pessoas escrevem seus pensamentos em um pedaço de papel e, em seguida, jogam o papel fora, elas mentalmente descartam também os pensamentos.
 
Por outro lado, as pessoas são mais propensas a usar seus pensamentos ao fazer julgamentos posteriores se primeiro elas escrevem o pensamento em um pedaço de papel e colocam o papel no bolso para protegê-lo.
 
"De certa forma pode parecer bobagem, mas nós descobrimos que realmente funciona. Fisicamente jogando fora ou protegendo seus pensamentos, você influencia o modo como acaba usando esses pensamentos. Simplesmente imaginar essas ações não tem efeito," disse o Dr. Richard Petty, da Universidade do Estado de Ohio (EUA), coautor do estudo.
 
Pensamentos materializados
 
Como você rotula seus pensamentos - como lixo ou como merecedor de proteção - parece fazer a diferença na forma como você usa esses pensamentos.
 
Os resultados do novo estudo sugerem que as pessoas tratam seus pensamentos como algo material, como objetos concretos.
 
Segundo Petty, isso é evidente na linguagem que usamos.
 
"Nós falamos sobre os nossos pensamentos como se pudéssemos visualizá-los. Nós alimentamos nossos pensamentos. Tomamos posição sobre as questões, apoiamos este ou aquele caminho. Isso tudo torna nossos pensamentos mais reais para nós," afirma.
 
Importância da ação
 
Os participantes que jogaram os pensamentos no lixo - escrevendo-os e arrastando-os para a lixeira - fizeram menos uso dos pensamentos negativos do que aqueles que salvaram os pensamentos em um arquivo.
 
Em outro experimento, os participantes foram instruídos a simplesmente imaginar que estavam arrastando seus pensamentos negativos para a lixeira, ou que os estavam salvando-os em um arquivo no disco.
 
Mas isso não teve efeito sobre seus julgamentos posteriores.
 
"Quanto mais convencida a pessoa está de que os pensamentos realmente foram embora, melhor," disse Petty. "Só imaginar que você os jogou fora não funciona."
 
Os resultados foram publicados online na revista Psychological Science.
 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Otimismo Terapêutico

"Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão, e Judas? E não estão entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto? E escandalizavam-se dele. Jesus, porém, lhes disse: Um profeta não fica sem honra senão na sua terra e na sua própria casa. E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles."
 
Mateus, Capítulo 13


 
Pessoas altruístas e otimistas têm mais benefícios do efeito placebo
Redação do Diário da Saúde
24/12/2012
A ativação dos analgésicos naturais secretados pele cérebro é maior em pessoas altruístas e otimistas.
 
"Isso não vai dar certo"
 
Apesar do "poder dos placebos", não existem ainda boas teorias para explicar tanto o efeito placebo quanto o efeito nocebo.
 
Uma das principais questões em aberto é por que o efeito placebo funciona bem para algumas pessoas mas não para outras.
 
Uma equipe de neurocientistas resolveu abordar essa problemática de um ponto de vista mais holístico, e descobriu algumas correlações muito interessantes.
 
Pessoas que experimentam os melhores efeitos ao tomar placebo têm traços de personalidade tipicamente otimistas e altruístas.
 
Geralmente são pessoas que lidam bem com as dificuldades da vida e que ajudam os outros sem esperar recompensas.
 
Por outro lado, pessoas do tipo raivoso ou irritado, que costumam ter atitudes hostis em relação à vida e aos outros, não têm os mesmos benefícios do placebo.
 
Diferença no cérebro
 
Mas será que altruístas e otimistas simplesmente teriam mais força de vontade para influir nos resultados de um tratamento, ainda que fosse um tratamento falso?
 
De fato a questão é muito mais profunda - e resposta para ela está no cérebro.
 
Ao analisar as pessoas de bem com a vida, que usufruem melhor dos efeitos do placebo, os pesquisadores descobriram diferenças fisiológicas no cérebro que podem explicar os diferentes efeitos do medicamento inerte.
 
O cérebro das pessoas possui compostos químicos similares a analgésicos que respondem à dor de forma diferente dependendo do tipo da personalidade.
 
E isso determina os benefícios que poderão ser colhidos do placebo.
 
Convertendo informação em alteração biológica
 
O Dr. Jon-Kar Zubieta, da Universidade de Michigan (EUA), afirma que o estudo envolveu tratamentos para a dor, mas que os resultados também podem ser aplicados a respostas a outras circunstâncias indutoras de estresse.
 
"Nós descobrimos que a maior influência vem de uma série de fatores relacionados com a resiliência individual, a capacidade para enfrentar e superar ocorrências estressantes e situações difíceis. Pessoas com esses fatores têm a maior capacidade para capturar informações ambientais - o placebo - e convertê-las em alterações biológicas," disse ele.
 
O pesquisador acrescenta que a descoberta poderá ter implicações para o relacionamento médico-paciente.
 
Por exemplo, pacientes com determinados traços de personalidade e tendências de resposta ao placebo terão mais facilidade para discutir as opções de tratamento com o médico, discutindo francamente quaisquer preocupações quanto à resposta ao tratamento a ser adotado.
 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Medo do Fim

"Fisicamente, a Terra teve as convulsões da sua infância; entrou agora num período de relativa estabilidade: na do progresso pacífico, que se efetua pelo regular retorno dos mesmos fenômenos físicos e pelo concurso inteligente do homem. Está, porém, ainda, em pleno trabalho de gestação do progresso moral. Aí residirá a causa das suas maiores comoções. Até que a Humanidade se haja avantajado suficientemente em perfeição, pela inteligência e pela observância das leis divinas, as maiores perturbações ainda serão causadas pelos homens, mais do que pela Natureza, isto é, serão antes morais e sociais do que físicas."
 
Allan Kardec
A Gênese
Capítulo IX



NASA desmente fim do mundo e alerta sobre suicídios
Com informações da BBC
04/12/2012
Última "folhinha" do calendário Maia: a coluna da esquerda dá a data de contagem longa. As duas colunas da direita são glifos da escrita epiolmeca.
 
Não acaba
 
Após receber uma enxurrada de cartas de pessoas seriamente preocupadas com teorias que preveem o fim do mundo no dia 21 de dezembro de 2012, a agência espacial norte-americana (NASA) resolveu "desmentir" esses rumores.
 
A NASA fez uma conferência online com a participação de diversos cientistas.
 
Além disso, a agência criou uma seção em seu site para desmentir que haja indícios de que um fim do mundo esteja próximo.
 
Suicídio
 
Segundo o astrobiologista David Morrison, do Centro de Pesquisa Ames, muitas das cartas expondo preocupações com as teorias apocalípticas são enviadas por jovens e crianças.
 
Alguns dizem até pensar em suicídio, de acordo com o cientista, que também mencionou um caso, reportado por um professor, de um casal que teria manifestado intenção de matar os filhos para que eles não presenciassem o apocalipse.
 
"Estamos fazendo isso porque muitas pessoas escrevem para a NASA pedindo uma resposta (sobre as teorias do fim do mundo). Em particular, estou preocupado com crianças que me escrevem dizendo que estão com medo, que não conseguem dormir, não conseguem comer. Algumas dizem que estão até pensando em suicídio", afirmou Morrison.
 
"Há um caso de um professor que disse que pais de seus alunos estariam planejando matar seus filhos para escapar desse apocalipse. O que é uma piada para muitos e um mistério para outros está preocupando de verdade algumas pessoas e por isso é importante que a NASA responda a essas perguntas enviadas para nós."
 
Calendário maia
 
Um rumores mais difundidos pela internet justifica a crença de que o mundo acabará no dia 21 dizendo que essa seria a última data do calendário da civilização maia.
 
Outro rumor tem origens em textos do escritor Zecharia Sitchin, dos anos 70. Segundo tais teorias, documentos da civilização Suméria, que povoou a Mesopotâmia, preveriam que um planeta se chocaria com a Terra. Alguns chamam esse planeta de Nibiru. Outros de Planeta X.
 
"A data para esse suposto choque estava inicialmente prevista para maio de 2003, mas como nada aconteceu, o dia foi mudado para dezembro de 2012, para coincidir com o fim de um ciclo no antigo calendário maia", diz o site da NASA.
 
Sobre o fim do calendário maia, a NASA esclarece que, da mesma forma que o tempo não para quando os "calendários de cozinha" chegam ao fim, no dia 31 de dezembro, não há motivo para pensar que com o calendário maia seria diferente - 21 de dezembro de 2012 também seria apenas o fim de um ciclo.
 
Alinhamento dos planetas
 
A agência espacial americana enfatiza que não há evidências de que os planetas do sistema solar "estejam se alinhando", como dizem algumas teorias, e diz que, mesmo que se isso ocorresse, os efeitos sobre a Terra seriam irrelevantes.
 
Também esclarece que não há indícios de que uma tempestade solar possa ocorrer no final de 2012 e muito menos de que haja um planeta em rota de colisão com a Terra.
 
"Não há base para essas afirmações", diz. "Se Nibiru ou o Planeta X fossem reais e estivessem se deslocando em direção à Terra para colidir com o planeta em 2012, astrônomos já estariam conseguindo observá-lo há pelo menos uma década e agora ele já estaria visível a olho nu", diz o site da NASA.
 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Filosofia Moral

Os trechos a seguir foram extraídos de um artigo escrito por Allan Kardec na Revista Espírita de maio de 1859, em resposta a outro artigo de um sacerdote católico, no qual este, entre outras considerações, definia o Espiritismo como mais uma religião.


 
Senhor abade,
 
(...)
 
Intitulais vosso artigo: "Uma nova religião em Paris".

Admitindo que tal fosse, com efeito, o caráter do Espiritismo, aí haveria um primeiro erro, considerando-se que ele está longe de circunscrever-se a Paris. Conta milhões de aderentes espalhados nas cinco partes do mundo e Paris não foi o foco primitivo. Em segundo lugar, o Espiritismo é uma religião? Fácil é demonstrar o contrário.
 
O Espiritismo está baseado na existência de um mundo invisível, formado de seres incorpóreos que povoam o espaço e que nada mais são do que as almas dos que viveram na Terra ou em outros globos, onde deixaram os seus invólucros materiais. São esses seres que havíamos dado, ou melhor, que se deram o nome de Espíritos. Esses seres, que nos rodeiam incessantemente, exercem sobre os homens, mau grado seu, uma grande influência; desempenham um papel muito ativo no mundo moral e, até certo ponto, no mundo físico. O Espiritismo, pois, está em a Natureza e pode-se dizer que, numa certa ordem de idéias, é uma força, como a eletricidade também o é sob diferente ponto de vista, assim como a gravitação universal, igualmente.
 
Ele nos desvenda o mundo dos invisíveis, como o microscópio nos desvendou o mundo dos infinitamente pequenos, cuja existência nem suspeitávamos. Os fenômenos cuja fonte é esse mundo invisível devem ter-se produzido e se produziram em todos os tempos, razão por que a história de todos os povos lhes faz menção. Apenas os homens, em sua ignorância, os atribuíram a causas mais ou menos hipotéticas e, a propósito, deram livre curso à imaginação, como o fizeram com todos os fenômenos cuja natureza só imperfeitamente conheciam. O Espiritismo, melhor observado desde que se vulgarizou, vem lançar luz sobre uma multidão de problemas até aqui insolúveis ou mal resolvidos. Seu verdadeiro caráter é, pois, o de uma ciência e não o de uma religião, e a prova disso é que conta, entre seus aderentes, homens de todas as crenças, e que nem por isso renunciaram às suas convicções: católicos fervorosos, que praticam todos os deveres de seu culto, protestantes de todas as seitas, israelitas, muçulmanos e até budistas e bramanistas. Há de tudo, exceto materialistas e ateus, porque essas idéias são incompatíveis com as observações espíritas. O Espiritismo, pois, repousa sobre princípios gerais, independentes de toda questão dogmática. É verdade que tem conseqüências morais, como todas as ciências filosóficas. Essas conseqüências são no sentido do Cristianismo, porque, de todas as doutrinas, o Cristianismo é a mais esclarecida, a mais pura, razão por que, de todas as seitas religiosas do mundo, são as cristãs as mais aptas a compreendê-lo em sua verdadeira essência.
 
O Espiritismo não é, pois, uma religião. Se o fosse teria seu culto, seus templos, seus ministros. Sem dúvida cada um pode fazer uma religião de suas opiniões e interpretar à vontade as religiões conhecidas, mas daí à constituição de uma nova Igreja há uma grande distância e creio que seria imprudência seguir tal idéia. Em resumo, o Espiritismo se ocupa da observação dos fatos e não das particularidades de tal ou qual crença, da pesquisa das causas, da explicação que esses fatos podem dar de fenômenos conhecidos, assim na ordem moral como na ordem física, e não impõe nenhum culto aos seus partidários, como a astronomia não impõe o culto dos astros, nem a pirotecnia o culto do fogo. Ainda mais: do mesmo modo que o sabeísmo nasceu da astronomia mal compreendida, o Espiritismo, mal compreendido na Antigüidade, foi a fonte do politeísmo. Hoje, graças às luzes do Cristianismo, podemos julgá-lo com mais critério. Ele nos põe em guarda contra os sistemas errôneos, frutos da ignorância, e a própria religião nele pode haurir a prova palpável de muitas verdades contestadas por certas opiniões. Eis por que, contrariando a maior parte das ciências filosóficas, um dos seus efeitos é reconduzir às idéias religiosas aqueles que se extraviaram num cepticismo exagerado.
 
(...)
 
Terminais vosso artigo chamando a atenção dos católicos para o mal que o Espiritismo pode fazer às almas. Se as conseqüências do Espiritismo fossem a negação de Deus, da alma, de sua individualidade após a morte, do livre-arbítrio do homem, das penas e recompensas futuras, seria uma doutrina profundamente imoral. Longe disso, ele prova, não pelo raciocínio, mas pelos fatos, essas bases fundamentais da religião, cujo inimigo mais poderoso é o materialismo. Mais ainda: por suas conseqüências ensina a suportar com resignação as misérias desta vida; acalma o desespero; ensina os homens a se amarem como irmãos, conforme os divinos preceitos de Jesus. Se soubésseis, como eu, quantos incrédulos endurecidos ele fez renascer; quantas vítimas arrancou ao suicídio pela perspectiva da sorte reservada aos que abreviam a vida, contrariando a vontade de Deus; quantos ódios acalmou, quantos inimigos aproximou! É a isso que chamais fazer mal às almas? Não; não podeis pensar assim. Prefiro supor que, se o conhecêsseis melhor, o julgaríeis de outra maneira. Direis que a religião pode fazer tudo isso. Longe de mim contestá-lo. Mas acreditais que teria sido melhor, para aqueles que ela encontrou rebeldes, permanecerem numa incredulidade absoluta? Se o Espiritismo triunfou sobre eles, se lhes tornou claro o que antes era obscuro, evidente o que lhes parecia duvidoso, onde o mal? Para mim, em lugar de perder almas, ele as salvou.
 
Allan Kardec
Paris, 1859

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Encontro Adiado

Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal?

"Um sábio da antiguidade vo-lo disse:  Conhece-te a ti mesmo."
 
O Livro dos Espíritos
Questão 919
Paris, 1857
 

 
Quem sou eu? Em busca da sua história pessoal
Com informações da Agência Fapesp
09/11/2012

Distraídas da vida
 
"Quem sou eu? Qual o sentido da existência? Que papel eu desempenho nela?"
 
Premidas pelas urgências da vida prática, ou fascinadas pelas distrações que o mundo oferece, as pessoas costumam colocar essas perguntas de lado em seu atarefado dia a dia.
 
Simplesmente as descartam ou adiam, à espera de um "depois" que, muitas vezes, nunca chega.
 
Foram, no entanto, perguntas desse tipo que impulsionaram a filosofia desde antes dos gregos.
 
E, diante de uma grande crise ou de uma imprevista guinada na trajetória existencial, são elas que irrompem na tela da consciência, cobrando a atenção que merecem.
 
Historiobiografia
 
Essas perguntas estão no centro das preocupações da professora Dulce Critelli, do Departamento de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que acaba de lançar um livro sobre o assunto.
 
Com poucas páginas e leitura fluente, mas conteúdo denso e longamente elaborado, o livro História Pessoal e Sentido da Vida apresenta o fundamento filosófico do método terapêutico-educativo desenvolvido pela autora, que ela chama de "historiobiografia".
 
A professora Dulce emprega esse método tanto em sessões individuais de aconselhamento como em reuniões de grupo nas quais os participantes são direcionados e instrumentalizados para refletir sobre suas autobiografias e compreendê-las.
 
Questões filosóficas
 
"Descobri que muitos de nossos problemas decorrem menos de fatores psicológicos do que filosóficos. Não são os traumas, mas uma incompreensão do sentido da vida que os originam", afirmou.
 
"Nessa perspectiva, a filosofia pode ser uma ferramenta fundamental. Quando pensamos, transformamos nossas crenças e, consequentemente, nosso modo de viver. A filosofia não é clínica, mas possui uma inequívoca força terapêutica, que reside naquilo que propriamente a caracteriza: sua estrutura reflexiva."
 
"Toda reflexão é um exercício de entendimento que retira os eventos de seu ocultamento (que vai do mero desconhecimento às interpretações corriqueiras) e os lança à luz", disse.
 
Filosofia da existência
 
Essa estrutura reflexiva é o traço comum de toda atividade filosófica.
 
Mas a autora se pauta por uma escola filosófica específica, a da chamada "filosofia da existência", desenvolvida por Martin Heidegger (1889-1976) e Hannah Arendt (1906-1975).
 
O livro de Dulce é fortemente calcado no pensamento de Heidegger e, mais ainda, no de Arendt, profusamente citado ao longo do texto.
 
Segundo Arendt, os eventos da vida precisam ser arranjados em uma história para podermos lidar com eles. Como a pensadora muitas vezes afirmou, citando uma frase da escritora dinamarquesa Karen Blixen (que escreveu sob o pseudônimo de Isak Dinesen): "Todas as mágoas são suportáveis quando fazemos delas uma história ou contamos uma história a seu respeito".
 
É essa ideia que fundamenta a "historiobiografia" e constitui o tema central da história pessoal e do sentido da vida.
 
"Nossa existência pessoal não é um conjunto desconexo de eventos. Seu sentido se articula nas histórias que, consciente ou inconscientemente, contamos para nós mesmos. E, quando percebemos o fio de nossa existência, tornamo-nos muito mais disponíveis para fazer transformações. Descobrindo o padrão, descobrimos também o potencial de ação", falou.
 
A linguagem que molda o mundo
 
Segundo Dulce, o padrão existencial se apoia em frases que as pessoas ouvem de outras ou que, acriticamente, dizem para si mesmas. Ela chama essas frases de "relatos".
 
São afirmações curtas e fragmentadas, muitas vezes aprendidas na infância, e repetidas ao longo da vida. Perpetuando-se pela repetição, perpetuam também, como se fosse fatalidade, um determinado modo de ser.
 
Frequentemente os indivíduos se sentem prisioneiros desses padrões que eles mesmos ajudaram a criar. Quando trazem tais "relatos" para a luz da consciência e os submetem ao crivo da reflexão crítica, começam a se libertar de seu poder paralisante. E colocam ou recolocam suas vidas em movimento.
 
"Temos a ilusão de que moramos em um mundo significativo em si e por si mesmo. Mas, em si mesmo, o mundo é pura coisa. É nossa linguagem que o transforma em um mundo. Habitar o mundo é habitar a linguagem", sublinhou Dulce.
 
Trata-se, então, de substituir os relatos acríticos e fragmentários que povoam a linguagem vulgar por uma história pessoal construída a partir da reflexão. A expectativa é que, ao se apoderar dessa história, o indivíduo simultaneamente se empodere. E deixe de ser vítima de uma imaginária fatalidade para se tornar senhor de si mesmo.
 
O livro História pessoal e sentido da vida, de Dulce Critelli, foi publicado pela Editora da PUC-SP. Mais informações podem ser obtidas no endereço www.pucsp.br/educ.
 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Mediunidade em Foco

Cientistas analisam cérebros de médiuns durante psicografia
Redação do Diário da Saúde
19/11/2012 

Psicografia científica
 
Cientistas brasileiros e norte-americanos usaram as mais modernas técnicas de neuroimagens para analisar o cérebro de médiuns brasileiros.
 
Os estudos foram feitos durante sessões de psicografia, uma forma de comunicação em que o espírito de uma pessoa já falecida escreve por meio das mãos do médium.
 
A nova pesquisa revelou resultados intrigantes da atividade cerebral, como um estado descrito pelos cientistas como "dissociativo".
 
Os médiuns mais experientes apresentaram uma redução na atividade cerebral, apesar do complexo conteúdo escrito produzido por eles.
 
Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE.
 
Ciência e mediunidade
 
"Já se sabe que as experiências espirituais afetam a atividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade, a prática de supostamente estabelecer comunicação ou ser controlado por uma pessoa já falecida, tem recebido pouca atenção científica," disse Andrew Newberg, da Universidade Thomas Jefferson (EUA), que coordenou o estudo.
 
Segundo ele, a partir destas primeiras constatações, novos estudos sobre o assunto deverão começar a ser feitos.
 
Foram analisados 10 médiuns, cinco deles classificados como "experientes" e cinco como "menos experientes".
 
Todos receberam uma injeção de um marcador radioativo (radiofármaco) para capturar sua atividade cerebral durante processos normais de escrita e durante a prática da psicografia, que envolve um estado similar ao transe.
 
Os médiuns foram analisados usando um exame chamado SPECT (single photon emission computed tomography, tomografia computadorizada por emissão de fóton único), que é capaz de registrar as áreas ativas e as áreas inativas do cérebro a cada momento.
 
Transe mediúnico
 
O estudo mostrou que os psicografistas experientes apresentaram menores níveis de atividade no hipocampo esquerdo (sistema límbico), giro temporal superior direito e regiões do lobo frontal do cingulado anterior esquerdo e giro precentral direito durante a psicografia, em comparação com sua escrita normal, fora do transe mediúnico.
 
As áreas do lobo frontal estão associadas com o planejamento, raciocínio, produção da linguagem, movimento e resolução de problemas.
 
Os cientistas levantam a hipótese de que isto reflete, durante o transe mediúnico, uma ausência de foco, autopercepção e consciência durante a psicografia.
 
Já os médiuns menos experientes apresentaram exatamente o efeito oposto, o que os cientistas sugerem estar associado ao maior esforço que eles fazem para executar a psicografia.
 
Avaliação neurocientífica da mediunidade
 
Os textos psicografados foram analisados pelos cientistas, que verificaram que os textos produzidos durante o transe mediúnico apresentaram complexidades maiores do que aqueles produzidos espontaneamente pelo próprio médium para referência, que não eram oriundos de psicografia.
 
Em particular, os médiuns mais experientes produziram textos com maiores pontuações no quesito complexidade, que normalmente exigiriam mais atividade no córtex frontal e temporal - exatamente o oposto do que os exames verificaram.
 
O conteúdo produzido durante as psicografias versava sobre princípios éticos, a importância da espiritualidade, e a aproximação entre ciência e espiritualidade.
 
"Esta que é a primeira avaliação neurocientífica já realizada dos estados de transe mediúnico revela alguns dados interessantes para melhorar a nossa compreensão da mente e sua relação com o cérebro. Estas descobertas merecem estudos mais aprofundados, tanto em termos de replicação quanto de hipóteses explicativas," concluiu o Dr. Newberg.
 
O estudo foi orientado pelo Dr. Newberg e contou com a participação dos brasileiros Julio Fernando Peres (Universidade da Pensilvânia), Alexander Moreira Almeida e Leonardo Caixeta (Universidade Federal de Juiz de Fora) e Frederico Leão (Universidade de São Paulo).
 

sábado, 17 de novembro de 2012

A Cura Interior

Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal?

"Um sábio da antiguidade vo-lo disse:  Conhece-te a ti mesmo."
O Livro dos Espíritos
Pergunta 919
Paris, 1857


 
Meditação reduz morte, ataque cardíaco e derrame
Redação do Diário da Saúde
16/11/2012
Recentemente um outro grupo de cientistas apresentou uma nova teoria para explicar os benefícios da meditação.
 
Meditação Transcendental
 
Pacientes cardíacos que praticaram Meditação Transcendental regularmente apresentaram 48% menos probabilidade de ter um ataque cardíaco ou de morrer por qualquer causa.
 
Desta vez os médicos fizeram a comparação com outros pacientes cardíacos que participaram de aulas de educação e mudança de comportamento em relação à manutenção da própria saúde.
 
Ainda que os participantes deste segundo grupo tenham recebido orientações e incentivos para adotar hábitos mais saudáveis, aqueles que praticaram meditação tiveram benefícios significativamente superiores.
 
O estudo foi publicado pela renomada Associação Americana do Coração.
 
Ganhos cumulativos
 
Os pacientes que praticaram meditação também apresentaram uma diminuição na pressão arterial e relataram menos estresse e menos raiva.
 
E, quanto mais regularmente os pacientes meditavam, maior foi o aumento de sua sobrevida, afirmam os cientistas que realizaram o estudo, na Faculdade de Medicina de Wisconsin (EUA).
 
"Trabalhamos com a hipótese de que a redução do estresse pelo gerenciamento da conexão mente-corpo é responsável pelos resultados benéficos em relação a essa doença epidêmica," disse o Dr. Robert Schneider. "Parece que a Meditação Transcendental é uma técnica que aciona a farmácia do próprio corpo, para que ele repare-se e mantenha a si próprio."
 
Vida ativa e vida contemplativa
 
Os participantes do programa de meditação sentavam-se com os olhos fechados por cerca de 20 minutos, duas vezes por dia, permitindo que suas mentes e corpos descansassem profundamente, mas permanecendo alertas.
 
Os participantes do grupo de educação em saúde, sob a instrução de educadores profissionais de saúde, foram orientados a passar pelo menos 20 minutos por dia em casa praticando comportamentos saudáveis para o coração, como exercícios, preparação de refeições saudáveis e relaxamento em geral.
 
Os pesquisadores avaliaram os participantes no início do estudo, durante os três primeiros meses, e depois de seis em seis meses, avaliando o índice de massa corporal, dieta, aderência ao programa, pressão sanguínea e hospitalizações por problemas cardiovasculares.
 
Medite sobre isso
 
O estudo chegou às seguintes conclusões:

Houve 52 eventos definitivos durante o estudo, que incluíram a morte por ataque cardíaco ou ocorrência de acidente vascular cerebral. Destes, 20 eventos ocorreram no grupo de meditação e 32 no grupo de educação em saúde;

> a pressão arterial foi reduzida em 5 mm Hg e a raiva diminuiu significativamente entre os participantes da Meditação Transcendental ao relação ao outro grupo;

> ambos os grupos apresentaram alterações benéficas nas atividades físicas e no consumo de álcool;

> o grupo de meditação mostrou uma tendência para fumar menos;

> não se verificaram diferenças significativas entre os grupos nas dietas e nas variações de peso corporal;

> a meditação regular foi correlacionada com menor risco de morte, ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.