quinta-feira, 5 de abril de 2012
Levanta-te e vem para o meio
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Muitas Moradas
Jesus (João, 14 / Lucas, 12)
Na conferência de imprensa foi feito, também, um pedido formal de abertura de arquivos militares, governamentais e de inteligência sobre UFOs
Data: 06/09/2010
Bermúdez em palestra especial sobre pesquisas ufológicas oficiais no International UFO Congress 2012
Data: 31/01/2012
Mais detalhes sobre arquivos ufológicos do Reino Unido
Data: 24/11/2011
Data: 19/07/2010
Novamente, Igreja dá sinais de aceitação à vida inteligente extraterrestre
Data: 18/08/2010
Data: 11/10/2011
O astrônomo oficial do Papa afirma: "Os ETs existem e são nossos irmãos"
Data: 28/07/2010
O Vaticano já admite a existência de extraterrestre e se prepara para um contato oficial com o que chama de
Data: 13/04/2011
Entre todas as instituições da Terra, o Vaticano é a que tem o maior conhecimento de nosso passado e as aparições marianas podem nos levar a compreender sua posição quanto aos UFOs
Data: 23/11/2011
'Não há conflitos entre ETs e a Igreja', diz novamente o religioso José Gabriel Funes
Data: 16/08/2011
Data: 25/08/2010
João XXIII teria sido contatado por seres extraterrestres, afirmam pesquisadores e membros da própria Igreja
Data: 13/01/2012
Funes afirma que ninguém no Vaticano, nem mesmo o Papa, interfere nas linhas de pesquisa do observatório
Data: 02/08/2010
A aceitação dos ETs pela Igreja é um sinal claro de que o Vaticano sabe bem mais do que admite
Data: 19/07/2010
A poderosa Nação Islã dos Estados Unidos convida para sua convenção anual, em Chicago, um grupo de ufólogos internacionais e seu líder declara amplo e irrestrito apoio ao movimento global de abertura ufológica
Data: 21/06/2011
Data: 13/04/2011
terça-feira, 20 de março de 2012
Nuvem de testemunhas
A receita que você usa é a mais antiga e a melhor: "vigiar e orar para não sucumbir às tentações". É o nosso guarda-chuva, que nos ajuda a atravessar a tempestade sem nos encharcar.
Portanto, não se preocupe. Tudo se baseia na sintonia e na afinidade de pensamentos. Quem compreende os riscos e se previne, nada tem a temer.
Transcrevo abaixo alguns trechos muitos esclarecedores sobre o assunto, para sua reflexão.
Abraço!
Palmares-PE
"Portanto, nós também, pois estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta."
Paulo (Hebreus, 12:1)
"Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem."
Costumam os Espíritos imiscuir-se em nossos prazeres e ocupações?
"Os Espíritos vulgares, como dizes, costumam. Esses vos rodeiam constantemente e com freqüência tomam parte muito ativa no que fazeis, de conformidade com suas naturezas. Cumpre assim aconteça, porque, para serem os homens impelidos pelas diversas veredas da vida, necessário é que se lhes excitem ou moderem as paixões."
O Livro dos Espíritos
Perguntas 459 e 567
"Assistimos uma noite à representação da ópera Oberon(*), em companhia de um médium vidente muito bom. Havia na sala grande número de lugares vazios, muitos dos quais, no entanto, estavam ocupados por Espíritos, que pareciam interessar-se pelo espetáculo. Alguns se colocavam junto de certos espectadores, como que a lhes escutar a conversação. Cena diversa se desenrolava no palco: por detrás dos atores muitos Espíritos, de humor jovial, se divertiam em arremedá-los, imitando-lhes os gestos de modo grotesco; outros, mais sérios, pareciam inspirar os cantores e fazer esforços por lhes dar energia. Um deles se conservava sempre junto de uma das principais cantoras. Julgando-o animado de intenções um tanto levianas e tendo-o evocado após a terminação do ato, ele acudiu ao nosso chamado e nos reprochou, com severidade, o temerário juízo: "Não sou o que julgas, disse; sou o seu guia e seu Espírito protetor; sou encarregado de dirigi-la." Depois de alguns minutos de uma palestra muito séria, deixou-nos, dizendo: "Adeus; ela está em seu camarim; é preciso que vá vigiá-la." Em seguida, evocamos o Espírito Weber, autor da ópera, e lhe perguntamos o que pensava da execução da sua obra. "Não de todo má; porém, frouxa; os atores cantam, eis tudo. Não há inspiração. Espera, acrescentou, vou tentar dar-lhes um pouco do fogo sagrado." Foi visto, daí a nada, no palco, pairando acima dos atores. Partindo dele, um como eflúvio se derramava sobre os intérpretes. Houve, então, nestes, visível recrudescência de energia.
"Outro fato que prova a influência que os Espíritos exercem sobre os homens, à revelia destes: Assistíamos, como nessa noite, a uma representação teatral, com outro médium vidente. Travando conversação com um Espírito espectador, disse-nos ele: "Vês aquelas duas damas sós, naquele camarote da primeira ordem? Pois bem, estou esforçando-me por fazer que deixem a sala." Dizendo isso, o médium o viu ir colocar-se no camarote em questão e falar às duas. De súbito, estas, que se mostravam muito atentas ao espetáculo, se entreolharam, parecendo consultar-se mutuamente. Depois, vão-se e não mais voltam. O Espírito nos fez então um gesto cômico, querendo significar que cumprira o que dissera. Não o tornamos a ver, para pedir-lhe explicações mais amplas. É assim que muitas vezes fomos testemunha do papel que os Espíritos desempenham entre os vivos. Observamo-los em diversos lugares de reunião, em bailes, concertos, sermões, funerais, casamentos, etc., e por toda parte os encontramos atiçando paixões más, soprando discórdias, provocando rixas e rejubilando-se com suas proezas. Outros, ao contrário, combatiam essas influências perniciosas, porém, raramente eram atendidos."
O Livro dos Médiuns
Capítulo XIV
Itens 169 e 170
"Geralmente, é assim que os médiuns videntes os percebem. Eles os vêem ir e vir, entrar num aposento, sair dele, andar por entre os vivos com ares, pelo menos se se trata de Espíritos comuns, de participarem ativamente de tudo o que os homens fazem ao derredor deles, de se interessarem por tudo isso, de ouvirem o que dizem os humanos. Com freqüência são vistos a se aproximar de uma pessoa, a lhe insuflar idéias, a influenciá-la, a consolá-la, se pertencem à categoria dos bons, a escarnecê-la, se são malignos, a se mostrar tristes ou satisfeitos com os resultados que logram. Numa palavra: constituem como que o forro do mundo corpóreo.
"Tal é esse mundo oculto que nos cerca, dentro do qual vivemos sem o percebermos, como vivemos, também sem darmos por isso, em meio das miríades de seres do mundo microscópico. O microscópio nos revelou o mundo dos infinitamente pequenos, de cuja existência não suspeitávamos; o Espiritismo, com o auxílio dos médiuns videntes, nos revelou o mundo dos Espíritos, que, por seu lado, também constitui uma das forças ativas da Natureza. Com o concurso dos médiuns videntes, possível nos foi estudar o mundo invisível, conhecer-lhe os costumes, como um povo de cegos poderia estudar o mundo visível com o auxílio de alguns homens que gozassem da faculdade de ver."
O Livro dos Médiuns
CAPÍTULO VI
Das manifestações visuais
Item 103
(*) Oberon é uma da ópera romântica em três atos do compositor alemão Carl Maria von Weber para um libreto de James Robinson Planche, inspirado no poema de Christoph Martin Wieland. Sua estréia ocorreu no Covent Garden, Londres em 12 de abril de 1826. Posteriormente ela foi traduzida para o alemão por Theodore Hell, e é essa versão traduzida a mais frequentemente executada.
Interessado em novas sonoridades e combinações instrumentais, tornou-se um dos maiores compositores do Ocidente. Na transição do Classicismo para o Romantismo, sua obra introduziu a nova estética na Alemanha.
Carl Maria von Weber foi um pioneiro do drama musical alemão, e a ele se deve a criação da ópera Der Freischütz (O Franco-Atirador), a primeira ópera romântica alemã. Outras de suas óperas são Das Waldmädchen, Oberon e Euryanthe. Sua música influenciou a inspiração musical de Wagner.
Destacou-se como pianista, violinista e teórico do Romantismo. Mais tarde teve predileção pelo clarinete e pela trompa.
sábado, 17 de março de 2012
A Revolução da Proteína (artigo ampliado)
Redação do Diário da Saúde
14/03/2012
Um estudo em larga escala realizado na Universidade de Harvard comprovou que o consumo contínuo de carne vermelha está associado com maior risco de morte.13/03/2012
Com informações da BBC
16/11/2011
Cientistas começam uma corrida para substituir o abate de animais pelo cultivo de carne sintética em laboratório, a partir de células-tronco de animais.
Carne de laboratório
Frentes de pesquisa
quarta-feira, 14 de março de 2012
Divaldo Franco no Oriente Médio
O médium e orador Divaldo Franco divulga o Espiritismo nos Emirados Árabes - Dubai e Abu Dhabi
terça-feira, 13 de março de 2012
A Revolução da Proteína
13/03/2012
Com informações da BBC
16/11/2011
Cientistas começam uma corrida para substituir o abate de animais pelo cultivo de carne sintética em laboratório, a partir de células-tronco de animais.
Carne de laboratório
Frentes de pesquisa
sexta-feira, 2 de março de 2012
Seguindo em frente...
Mateus 6
Mateus 18
Marcos 11
Publicado em 09/02/2012
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Visão Panorâmica
Lembrai-vos do manuscrito que haveis deixado?
Qual é a vossa opinião atual sobre esse manuscrito?
Pensais, todavia, que essa obra poderia fazer uma revolução na ciência?
Poderíeis, como Espírito, corrigir e acabar esse manuscrito?
Travessia
Ivan Ilitch é um juiz que vive na Rússia czarista da segunda metade do século XIX. Ele é o personagem central de um conto de León Tolstói (2001) que tem como tema a experiência do adoecer e do morrer, a partir da vivência do enfermo. I. Ilitch levava uma vida burguesa, dividindo seu tempo entre o trabalho, o convívio com a família e o jogo regular com os amigos. Uma vida sem muitos sobressaltos ou dificuldades, até que um dia começa a sentir uma dor no baixo ventre, do lado direito. A dor, que parecia algo passageiro e sem importância, não só persiste como vai aumentado com o passar do tempo. E, resiste aos tratamentos médicos da época. Junto com a dor, o emagrecimento e uma crescente deterioração física. Progressivamente, Ivan Ilitch vai tomando consciência da gravidade do seu quadro e do quanto sua antiga vida vai ficando cada vez mais para trás. À medida que o conto avança, somos arrastados, por Tolstói, a compartilhar o sofrimento do personagem. Sem nos darmos contas, aos poucos começamos a olhar os outros personagens, o médico, a família e os amigos, com os olhos do doente. Tolstói, com sua genialidade, nos leva a ocupar "o lugar do doente". A experimentar "estar doente".
Este lugar do doente, que vamos compartilhando progressivamente, é um lugar terrível por várias razões que se alimentam e se reforçam mutuamente, criando um campo de sofrimento insuportável. Primeiro, pela dor física contínua e crescente, sem trégua. Depois, pela perda de autonomia. A rotina do trabalho que não mais é possível manter, os jogos com os amigos que vão escasseando e, o convívio com a família, que já não era muito bom, vai se tornando cada vez mais distante. Perda de controle sobre o modo de viver a vida. Mas o sofrimento de Ivan Ilitch não pára por aqui. Além da dor e da perda da autonomia, o doente vive o tormento do medo da morte. A morte vai assumindo uma materialidade tal que, em dado momento, passa a ser quase uma presença física. Ele passa a conviver com a presença da morte. Dor, perda de autonomia, medo da morte vividos na mais absoluta sensação de desamparo e solidão.
Mas, o pior de tudo, é a incomunicabilidade com os outros. Ninguém parece entender o que ele está vivendo. Os médicos, porque insistem em um linguajar técnico, preocupados em encontrar um diagnóstico da doença e a terapia correspondente. A mulher e os filhos expressam pena e culpa ao vê-lo naquela situação. Ele sabe que é um estorvo para a família. Mas, o pior, é que ele sabe que todos mentem, que todos fingem não ver o agravamento da sua situação. Seus encontros com o espelho são dramáticos. Quase insuportáveis. A imagem que vê em nada faz lembrar o homem que era antes. Ele inveja a vitalidade e autonomia dos que não estão doentes. Um mundo que lhe parece cada dia mais distante.
Tal é a situação quando entra um novo personagem em cena. Guerássim, um serviçal, mujique (o camponês russo), analfabeto, é designado para ajudar o patrão quando ele já não consegue mais se cuidar sozinho nas atividades diárias. Guerássim faz a higiene de I. Ilitch quando ele vai ao banheiro, ajuda-o a se levantar e se acomodar na cadeira ou na cama, lhe traz a comida, ajuda no banho e no desempenho de todas as atividades cotidianas corriqueiras. Atividades que nos parecem tão triviais, mas que, quando estamos doentes, debilitados ou com alguma incapacidade física ou limitação de movimentos, nos parecem tão dramáticas. Tão dramaticamente impossíveis. Tão denunciadoras da nossa perda de autonomia.
Ivan Ilitch descobriu, por conta própria, que deixar as pernas em posição mais alta, descansando sobre uma almofada, lhe traz algum alívio para a dor. Um dia, como a dor não havia cedido o bastante com a elevação proporcionada pela almofada, pensa em experimentar usar duas. Pede a Guerássim que levante suas pernas para colocar mais uma. O empregado atende ao seu pedido. Ilitch descobre, então, que a dor praticamente desaparece quando as pernas são levantadas pelo serviçal. Ele pede que Guerássim mantenha as pernas bem erguidas mais um pouco. Este, experimenta pousar ou apóia- las em seu ombro. A sensação de alívio vivida por Ilitch é maravilhosa. Como se fora uma primeira "intervenção terapêutica" eficaz. Algo que, mesmo paliativamente, lhe trazia alguma trégua em relação à dor.
A cena passa a se repetir nos dias subseqüentes. O ato de colocar as pernas de Ilitch no ombro de Guerássim vai construindo uma intimidade inimaginável entre um senhor e um servo na Rússia czarista do século XIX. Em um dado momento, o empregado passa a tratá-lo por tu. Um dia, Ilitch preocupado com o desconforto do servo, pergunta-lhe se ele não se cansava e se não se importava de manter as pernas naquela posição durante toda a noite. Diante de tal interrogação, Guerássim lhe responde: "Se não estivesses doente, seria outra conversa; mas, no estado em que estás, por que não te ajudar um pouco?". Progressivamente, o servo dava mostras de ser o único que não mentia e tudo indicava que também era o único a compreender plenamente o que se passava e não considerava necessário oculta-lo. "Singelamente condoia-se do patrão tão fraco e esquelético". Um dia, incitado a ir descansar, disse com toda franqueza: "todos nós temos que morrer um dia. Por que não me sacrificar um pouco agora?". Disse, explicitamente, que não considerava um fardo tratar de um moribundo e confiava que mereceria o mesmo quando chegasse a sua vez. Pela primeira vez, alguém não lhe mentia. "O que atormentava Ivan Ilitch era que ninguém o lastimasse conforme gostaria de ser lastimado". Como diz Tolstói e, aqui vale a pena reproduzir integralmente para que o leitor tenha uma dimensão da sua percepção, "momento havia, depois de demorados sofrimentos, em que queria, acima de tudo, por mais que se envergonhasse de confessá-lo, ver-se tratado como se fosse uma criança doente. Queria ser acarinhado, mimado, beijado, tal com se faz com as crianças. Sabia que era um juiz importante, dono de uma barba já grisalha e que por isso mesmo o que ambicionava era impossível, mas ainda assim ambicionava. E no comportamento de Guerássim para com ele havia qualquer coisa próxima daquilo que queria e de tal forma sentia-se um pouco confortado".
A doença progride implacavelmente e os médicos cada vez mais impotentes para encontrar uma solução. A mulher relata ao doutor que Ilitch é rebelde ao tratamento e que "fica numa posição que positivamente não pode lhe fazer bem: de pernas para cima". Ao que, responde o médico: "Que vamos fazer! Os doentes têm mania de inventar uma infinidade de asneiras. Devemos desculpá-los". O conto termina com o momento da morte, vivida na perspectiva do doente. Um momento de libertação dos medos e de alívio da dor, "e de repente, percebeu com nitidez que aquilo que o atormentara e o oprimia se ia dissipando, escoando para fora de seu por todos os lados ao mesmo tempo".
Trecho extraído da monografia
A morte de Ivan Ilitch de Leon Tolstói
Elementos para se pensar as múltiplas dimensões da gestão do cuidado
Luiz Carlos de Oliveira Cecilio
Departamento de Medicina Preventiva
Universidade Federal de São Paulo