terça-feira, 13 de outubro de 2015
Convite aos Pobres e Estropiados
quinta-feira, 16 de julho de 2015
A Outra Face
Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau;
mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;"
Jesus, Mateus, capítulo 5.
Jovem autista sofre bullying e pune seus agressores de forma inusitada
Publicado por Canal Ciências Criminais - 5 dias atrás
Um adolescente com síndrome de Asperger – uma espécie de autismo – foi vítima de bullying por uma gangue em New Baden, Illinois (EUA), no mês de junho. Além do constrangimento moral a que fora submetido, o jovem, Gavin Joseph, foi violentamente espancado, sofrendo diversas lesões: uma concussão, o esôfago machucado, a ponta de seu nariz fraturado e um hematoma no olho direito.
Momentos antes da agressão, os jovens iludiram Gavin dizendo que gostariam de iniciar uma amizade com o rapaz. Ao perceber a ingenuidade do adolescente, os agressores o atacaram com violência, afirmando que seu jeito era estranho e assustador.
Embora a prática de bullying ocorra com frequência nos Estados Unidos, o caso adquiriu intensa repercussão em virtude da conduta tomada por Gavin após as ofensas. Ao invés de tomar as devidas providências para punir criminalmente seus agressores, o adolescente gravou um vídeo de 20 minutos contando detalhes sobre sua síndrome e entregou aos rapazes, para que entendessem a vida sob a perspectiva de Gavin.
Além disso, o adolescente pediu que cada um dos agressores escrevesse um ensaio sobre a síndrome de Asperger e realizasse um serviço comunitário com pessoas portadores da enfermidade.
A mãe de Joseph, Cortnie Stone, elogiou a atitude do filho: "Ele [Gavin] não prestou queixa, mas solicitou que o serviço comunitário fosse relacionado à deficiência e que eles [os agressores] escrevessem um artigo sobre Asperger. Tudo isso na frente das famílias para que eles pudessem ver o estrago que fizeram e entender como ele via a agressão."
Courtnie mencionou que o filho passa bem e no momento se recupera das lesões: "Estou tão orgulhosa dele e eu espero que isso seja um aprendizado a todos que souberem sobre essa história."
Fonte: JusBrasil
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Recreio da Alma
Durante o sono, a alma repousa como o corpo?
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20/04/2015
Ciência não compreende por que precisamos dormir
Segundo algumas estimativas, uma pessoa que atingir 78 anos terá passado nove deles assistindo televisão, quatro anos dirigindo carros, 92 dias no banheiro e 48 dias fazendo sexo.
Mas nada supera o sono: aquela pessoa terá levado quase 25 anos de sua vida dormindo.
Alguns acreditam tratar-se de uma perda de tempo e se perguntam: quanto tempo aguentamos sem dormir? E quais as consequências de não desfrutar do sono?
Mistério do sono
"A vontade de dormir é tão forte que ela chega a superar a vontade de comer", afirma Erin Hanlon, professora no Centro de Sono, Metabolismo e Saúde da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. "O cérebro simplesmente embarca no sono, apesar de todos os esforços conscientes para espantá-lo."
O motivo exato pelo qual a vontade de dormir é tão forte ainda é um mistério. "A função precisa do sono ainda precisa ser desvendada", afirma Hanlon. Ela acrescenta, no entanto, que algo no sono parece "zerar" os sistemas em nosso organismo.
Além disso, alguns estudos demonstraram que o sono rotineiro e adequado ajuda a curar doenças, fortalece o sistema imunológico, melhora o metabolismo e traz muitas outras vantagens. É por isso que nos sentimos bem ao acordarmos de uma noite bem dormida.
Por outro lado, a falta de sono pode estar ligada a um maior risco de diabetes e obesidade, problemas cardíacos, depressão e outras doenças. Para evitar esses males, nosso corpo envia sinais desagradáveis quando adiamos ou encurtamos o descanso: a energia acaba, o andar se torna cambaleante, as pálpebras pesam sobre os olhos doloridos.
E quanto mais resistimos a dormir, mais perdemos a capacidade de concentração e de memória.
A falta de sono produz efeitos genéticos que são desfeitos quando o sono retorna ao normal. Mas a insônia crônica aumenta o risco de mortalidade.
Loucura do sono
Muitos estudos documentaram o declínio do organismo que sofre que privação do sono: o nível de hormônios causadores do estresse, como a adrenalina e o cortisol, aumenta, fazendo a pressão arterial subir. Enquanto isso, o ritmo cardíaco se altera e o sistema imunológico começa a esmorecer, segundo Malhotra. "Esses indivíduos passam a se sentir cada vez mais ansiosos e têm maior risco de contrair doenças", afirma.
A boa notícia é que esses efeitos não são permanentes e podem desaparecer ao se colocar o sono em dia.
Sem recordes
O registro mais citado é o do americano Randy Gardner, que, para uma experiência para a feira de Ciências de sua escola, ficou 264 horas sem dormir - ou pouco mais de 11 dias, segundo cientistas que o monitoraram durante esse tempo. Gardner tinha 17 anos e o experimento ocorreu em 1964.
Muitos outros relatos, pouco ou mais inacreditáveis, surgiram desde então em várias partes do mundo.
Mas ninguém conseguiu estabelecer um número de horas definitivo. Talvez isso seja uma boa coisa. Ciente dos danos graves provocados pela falta de sono contínua, o Livro Guinness dos Recordes eliminou esse tipo de competição na década passada.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Fé Natural
Francesca Stavrakopoulou
Diretora de Teologia e Religião da Universidade de Exeter (Inglaterra)
4 abril 2015
Apesar de acesso a conhecimento científico ter crescido, religião ainda mantém forte presença na sociedade
A religião – a crença em seres sobrenaturais, incluindo deuses e fantasmas, anjos e demônios, almas e espíritos – está presente em todas as culturas e permeia toda a História.
A discussão sobre a vida após a morte remonta a, pelo menos, 50.000 a 100.000 anos atrás.
É difícil obter dados precisos sobre o número de crentes de hoje, mas algumas pesquisas sugerem que até 84% da população do mundo são membros de grupos religiosos ou dizem que a religião é importante em suas vidas.
Vivemos em uma era de um acesso ao conhecimento científico sem precedentes, o que alguns acreditam que é incompatível com a fé religiosa. Então, por que a religião é tão difundida e persistente?
Os psicólogos, filósofos, antropólogos e até mesmo os neurocientistas sugerem possíveis explicações para a nossa disposição natural de acreditar, e para o poderoso papel que a religião parece ter em nossas vidas emocionais e sociais.
Morte, cultura e poder
Mas antes de falar das teorias atuais, é preciso entender como surgiram as religiões e o papel que elas tiveram na vida de nossos ancestrais.
As primeiras atividades religiosas foram em resposta a mudanças corporais, físicas ou materiais no ciclo da vida humana, especialmente a morte.
Os rituais de luto são uma das mais antigas formas de experiência religiosa. Muitos de nossos antepassados não acreditavam que a morte era necessariamente o fim da vida – era apenas uma transição.
Alguns acreditavam que os mortos e outros espíritos podiam ver o que estava acontecendo no mundo e ainda tinham influência sobre os eventos que estão ocorrendo.
E essa é uma noção poderosa. A ideia de que os mortos ou até mesmo os deuses estão com a gente e podem intervir em nossas vidas é reconfortante, mas também nos leva a ter muito cuidado com o que fazemos.
Os seres humanos são essencialmente sociais e, portanto, vivem em grupos. E como grupos sociais tendem à hierarquia, a religião não é exceção.
Quando há um sistema hierárquico, há um sistema de poder. E em um grupo social religioso, a hierarquia localiza seu membro mais poderoso: a divindade - Deus.
É para Deus que temos de prestar contas. Hoje em dia, a religião e o poder estão conectados. Estudos recentes mostram que lembrar de Deus nos faz mais obedientes.
Até em sociedades que reprimiram a fé, surgiu algo que tomou seu lugar, como o culto a um líder ou ao Estado.
E quanto menos estável é um país politica ou economicamente, mais provável que as pessoas busquem refúgio na religião. Os grupos religiosos podem, ao menos, oferecer o apoio que o Estado não fornece a quem se sente marginalizado.
Assim, fatores sociais ajudam a desenvolver e fortalecer a fé religiosa, assim como a forma como nos relacionamos com o mundo e com os outros.
Outras mentes
Em todas as culturas, os deuses são, essencialmente, pessoas, mesmo quando têm outras formas.
Hoje, muitos psicólogos pensam que acreditar em deuses é uma extensão do nosso reconhecimento, como animais sociais, da existência de outros. E uma demonstração da nossa tendência de ver o mundo em termos humanos.
Nós projetamos pensamentos e sentimentos humanos em outros animais e objetos, e até mesmo nas forças naturais – e essa tendência é um dos pilares da religião.
Assim argumentou-se que a crença religiosa pode ser baseada em nossos padrões de pensamento e de cultura humana. Alguns cientistas, no entanto, foram além e analisaram nossos cérebros em busca do lendário "ponto Deus".
Deus no cérebro
Os neurocientistas têm tentado comparar os cérebros dos crentes e ao dos céticos, para ver o que acontece no nosso cérebro quando rezamos ou meditamos. Se conhece pouquíssimo sobre esse campo - mas há algumas pistas, especialmente no que diz respeito às aéreas cerebrais.
O córtex pré-frontal medial está fortemente associado com a nossa capacidade e tendência para entender os pensamentos e sentimentos dos outros. Muitos estudos têm mostrado que esta região do cérebro está especialmente ativa entre os crentes religiosos, especialmente quando estão rezando. Isso corrobora a visão de que a fé religiosa é uma forma de interação social.
Já o lobo parietal, de acordo com estudos pode estar envolvido em experiências religiosas, especialmente aquelas caracterizadas com a dissolução do ego.
Pontuando a vida
Na medida em que estamos constantemente à procura de padrões, estruturas e relações de causa-efeito, a religião pode fornecer uma variedade de estratégias para que essa busca faça sentido
As crenças religiosas ajudam os seres humanos a se organizar e dar sentido a suas vidas. E em todas as culturas, e até mesmo entre ateus, os rituais podem ajudar a pontuar eventos importantes da vida.
Embora nem a neurociência, nem a antropologia e nem filosofia tenham uma resposta definitiva para a questão "Deus existe?", todas essas disciplinas dão pistas sobre como nós respondemos às nossas mais profundas necessidades humanas.
Talvez não sejamos programados para acreditar em Deus ou em um poder sobrenatural, mas somos animais sociais com uma necessidade evolutiva de ficar conectado com o mundo e com os outros.
De repente, as religiões são apenas canais para permitir essas conexões.
Fonte: BBC
quinta-feira, 26 de março de 2015
A Alegria dos Outros
Marcel Souto Maior
As vidas de Chico Xavier
"Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação. (...) por instinto os homens buscam a sociedade e todos devem concorrer para progresso, auxiliando-se mutuamente." (...) O homem tem que progredir. Insulado, não lhe é isso possível, por não dispor de todas as faculdades. Falta-lhe o contacto com os outros homens. No insulamento, ele se embrutece e estiola."
O Livro dos Espíritos
Itens 766/768
Paris, 1857
20/03/2015
Quer viver mais? Passe menos tempo sozinho
Redação do Diário da Saúde
"Não apenas estamos no mais alto índice de viver sozinho já registrado em todo o século, mas estamos com os mais altos índices já registrados no planeta."
Riscos da solidão
Pergunte às pessoas o que é preciso para viver uma vida longa, e elas vão citar coisas como fazer exercícios físicos, tomar ômega-3 e consultar o médico regularmente.
Mas a solidão e o isolamento social, dificilmente lembrados, são uma ameaça tão grande à longevidade quanto condições bem mais combatidas.
"O efeito [da solidão] é comparável à obesidade, algo que a saúde pública leva muito a sério," disse Julianne Holt-Lunstad, da Universidade Brigham Young (EUA). "Precisamos começar a levar nossas relações sociais mais a sério."
Solidão e isolamento social podem assumir aspectos muito diferentes. Por exemplo, alguém pode ser cercado por muitas pessoas, mas ainda se sentir sozinha. Outras pessoas podem isolar-se porque preferem ficar sozinhas.
Contudo, o efeito sobre a longevidade é o mesmo para os dois cenários - quanto mais sozinho, por opção ou a contragosto, menor é a expectativa de vida.
Isto confirma estudos anteriores, que concluíram que a solidão produz efeitos similares ao envelhecimento.
Solidão entre jovens
Outra grande surpresa do estudo é que a associação entre a solidão e o risco de mortalidade foi maior entre as pessoas mais jovens do que entre as pessoas mais velhas.
Embora as pessoas mais velhas sejam mais propensas a se sentir solitárias e, naturalmente, enfrentar um maior risco de mortalidade, a solidão e o isolamento social preveem melhor a morte prematura entre as populações com menos de 65 anos.
Os dois pesquisadores analisaram dados de uma variedade de estudos de saúde. Ao todo, a amostra incluiu mais de 3 milhões de participantes, com dados sobre a solidão, o isolamento social e pessoas que vivem sozinhas.
"Não apenas estamos no mais alto índice de viver sozinho já registrado em um século, mas estamos com os mais altos índices já registrados no planeta," acrescentou Tim Smith, coautor do estudo. "Com a solidão em ascensão, estamos prevendo uma possível epidemia de solidão no futuro."
> Cure a si mesmo: Confie nas pessoas e não fique só
Fonte: Diário da Saúde
segunda-feira, 28 de julho de 2014
A Caminho da Unidade
"A hora vem, em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis (...)
Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade;
porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade."
“... e haverá um rebanho e um pastor.”
Jesus (João, capítulos 4 e 10)
“Hoje cremos diferente
Em Jesus de Nazaré
Mas o mundo à nossa frente
Quer saber como é que é
Crer em Deus tão divididos
De cabeça e coração
Incapazes de sentar-nos
Pra partimos o mesmo pão.
Só Jesus, louvado seja,
Vai nos dar mais humildade
Vai levar nossas igrejas
No caminho da unidade.”
Aprenderemos
Padre Zezinho, scj
A Casa da Unidade: onde igreja, mesquita e sinagoga se encontram
Com informações da BBC
02/07/2014
Os três líderes espirituais mais diretamente envolvidos no projeto:
"O fato de que existem pessoas dentro de cada grupo que não podem se entender é um problema,
mas é preciso começar em algum lugar e é isso que estamos fazendo."
A cidade de Berlim, na Alemanha, quer fazer história no universo das religiões criando um local onde muçulmanos, judeus e cristãos possam rezar juntos.
"A Casa da Unidade" (The House of One), como está sendo chamada, terá uma sinagoga, uma igreja e uma mesquita sob o mesmo teto.
Além do aspecto da união entre as religiões, o nome "Casa da Unidade" é uma referência ao "Deus único" que é o pilar das três grandes religiões monoteístas que moldaram a cultura ocidental.
O projeto consiste em uma torre alta e quadrada no centro, com as casas de culto das três religiões - a sinagoga, a igreja e a mesquita - basicamente "sob o mesmo teto".
Foco na união
Será que os líderes por trás do projeto poderão se entender?
"Nós podemos. O fato de que existem pessoas dentro de cada grupo que não podem é um problema, mas é preciso começar em algum lugar e é isso que estamos fazendo," disse o rabino Tovia Ben Chorin.
O imã - líder muçulmano - Kadir Sanci, vê A Casa da Unidade como "um sinal, um sinal para o mundo de que a grande maioria dos muçulmanos é pacífica e não violenta". É também, segundo ele, um lugar onde diferentes culturas podem aprender umas com as outras.
Cada uma das três áreas na Casa terá o mesmo tamanho, mas formas diferentes, explica o arquiteto Wilfried Kuehn.
"Cada um dos espaços foi projetado de acordo com as necessidades do culto religioso, com as particularidades de cada fé," disse. "Por exemplo, há dois andares na mesquita e na sinagoga, mas apenas um na igreja. Haverá um órgão na igreja. Teremos um lugar onde se possa lavar os pés na mesquita."
Semelhanças religiosas
Kuehn e sua equipe de arquitetos pesquisaram projetos para os três tipos de locais de culto e encontraram mais semelhanças do que esperavam.
"O que é interessante é que, quando você volta um tempão atrás, observa-se que eles compartilham uma série de tipologias arquitetônicas. Eles não são tão diferentes", disse. "Não é necessário, por exemplo, que uma mesquita tenha um minarete - essa é apenas uma possibilidade, não uma necessidade. E uma igreja não precisa ter uma torre. Eu estou falando de voltar às origens, quando essas três religiões estavam perto e compartilhavam arquitetonicamente de muitas coisas".
Os idealizadores do projeto iniciaram uma campanha para angariar fundos para a construção do edifício.
Qualquer pessoa pode doar dinheiro online para o projeto - cada um pode contribuir com quantos tijolos quiser, sendo que cada tijolo custa 10 euros (cerca de R$ 30). A construção do edifício irá começar quando as doações atingirem 10 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) - a expectativa é que esse valor seja alcançado até 2015. O projeto prevê cerca de dois anos para a realização das obras. O endereço é www.house-of-one.org.
Fonte: Diário da Saúde
Sem Sacrifícios
“Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos.
Ide, pois, e aprendei o que significa:
Misericórdia quero, e não sacrifícios.
Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores.”
Jesus (Mateus, capítulo 9)
Isso não é perdão, é punição
Redação do Diário da Saúde
Perdão ou vingança?
O conceito de perdão parece andar deteriorado - ou deteriorando-se. Pelo menos na compreensão que alguns cientistas parecem ter dele.
Psicólogos da Universidade de Adelaide (Austrália) concluíram que é mais fácil para as pessoas perdoarem alguém quando esse alguém sofre alguma forma de punição.
O Dr. Peter Strelan afirma vir estudando o perdão na tentativa de entender melhor como as pessoas podem resolver conflitos pessoais.
"Justiça e perdão são frequentemente considerados como opostos, mas descobrimos que as vítimas que punem seu agressor são mais capazes de perdoar e seguir em frente," diz o Dr. Strelan.
Mas será que isso pode ser chamado de perdão? Não seria mais semelhante ao seu oposto, a vingança?
Perdão funcional
"A punição pode assumir muitas formas diferentes. Pode-se dar a alguém o 'tratamento silencioso', o que em si mesmo é um castigo psicológico muito poderoso. Ou, no caso de um agressor criminoso, saber que um tribunal impôs uma sentença razoável e que a justiça está sendo feita pode ser o suficiente para algumas pessoas perdoarem," prossegue ele.
"Quando você é ferido por alguém, você naturalmente se sente vulnerável, e a simples ideia de perdoar esse alguém também faz a vítima sentir-se vulnerável. Quando alguma forma de punição está envolvida, a vítima se sente fortificada pela punição e é mais capaz de perdoar," analisa o pesquisador.
Ele reconhece que a punição não deve ser extrema ou vingativa, porque isso não iria ajudar a reparar os danos no caso de um relacionamento, podendo até mesmo piorar as coisas.
"Para o perdão realmente funcionar, deve haver um sentimento de que as respostas negativas para com um transgressor estão sendo substituídas por pensamentos positivos. Não se trata de retaliação, trata-se de responder de forma construtiva e fazer algo sobre o mau comportamento das pessoas em relação a você, de uma forma que funcione para ambas as partes envolvidas no conflito," diz ele.
O que é perdão
Segundo o dicionário, perdão é a renúncia às consequências punitivas que seriam justificáveis em face de uma ação de transgressão em qualquer nível.
O perdão é concedido sem qualquer expectativa de compensação e pressupõe a eliminação de qualquer exigência de pena ou castigo.
Talvez o Dr. Strelan pudesse então se referir a uma forma intermediária de sentimento, eventualmente uma compreensão do erro do outro em face de ele ou ela ter arcado com as consequências.
Outros estudos já demonstraram que não é necessário haver punição, bastando haver um arrependimento verdadeiro por parte do "infrator" para que o perdão seja concedido e a confiança restaurada.
Fonte: Diário da Saúde
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Bom Conselho
“por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?
Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.”
Jesus (Mateus, capítulo 7)
Como nos dar conselhos tão bons quanto damos aos outros
Com informações da Umich
30/06/2014
Aponte o dedo para si mesmo por meio de um autodistanciamento e tire proveito da sabedoria que você aplica aos outros, mas que parece esconder quando lida consigo mesmo.
A maioria de nós acredita ser mais fácil ter sabedoria para resolver os problemas dos outros do que os nossos próprios.
Mas pode haver uma maneira simples de acabar com esta distinção, permitindo que tiremos proveito de nossos próprios conselhos.
A solução encontra-se no autodistanciamento, ou seja, em tentar considerar seus problemas do ponto de vista de um observador - uma espécie de empatia às avessas.
A recomendação é uma das conclusões de uma pesquisa realizada por Ethan Kross (Universidade de Michigan - EUA) e Igor Grossmann (Universidade de Waterloo - Canadá).
Paradoxo de Salomão
Grossmann e Kross pediram aos voluntários para refletirem sobre um conflito de relacionamento próprio ou de uma outra pessoa - eles deveriam pensar sobre esse problema em primeira pessoa e depois em terceira pessoa e oferecer conselhos sobre como resolver o problema em cada um dos casos.
Os resultados mostram claramente que, quando as pessoas pensam sobre os problemas em primeira pessoa, elas têm mais sabedoria ao resolver o problema que não é seu.
Os pesquisadores batizaram esse "preconceito" de "Paradoxo de Salomão", uma referência ao rei do Velho Testamento que era conhecido por sua sabedoria, mas que falhava na hora de tomar decisões pessoais.
Autodistanciamento
Este estudo se baseia em pesquisas anteriores da mesma dupla, que já havia demonstrado o impacto que o "falar de si mesmo" tem sobre o autocontrole e de como desenvolver a sabedoria.
Essas pesquisas demonstraram que, quando as pessoas falam de si próprias como se fossem uma outra pessoa, elas apresentam menos vergonha e preocupação do que quando falam sobre si mesmas usando a primeira pessoa.
Elas também ficam mais confiantes, menos nervosas e são mais persuasivas nesses casos.
"Quando as pessoas se distanciam, eles são capazes de raciocinar melhor sobre seus próprios problemas, como também sobre os problemas dos outros," disse Kross.
Kross e Grossmann dizem que é fácil fazer esse autodistanciamento.
"Nós só pedimos a nossos participantes para não usar seu próprio nome e usar outros pronomes que não fossem em primeira pessoa, como 'você' por exemplo, quando eles estivessem pensando sobre si mesmos," disse Kross. "Em vez de dizer, 'Por que estou me sentindo assim?', adotar uma perspectiva distanciada se perguntando, 'Por que você está se sentindo assim?'."
Idade x sabedoria
A dupla relata ainda que, durante seus experimentos, não encontrou indícios de que o conhecido ditado de que a idade traz a sabedoria seja verdadeiro: jovens e velhos apresentaram as mesmas dificuldades em lidar com os próprios problemas.
Fonte: Diário da Saúde
ANOMALIA MAGNÉTICA SOB A AMÉRICA DO NORTE
De: Júnior
Enviada em: sexta-feira, 4 de julho de 2014 20:08
Para: Ramon
Assunto: ANOMALIA MAGNÉTICA...
Segue os links sobre o assunto da anomalia magnética sob a América do Norte.
Necessário pesquisarmos mais sobre esse assunto, vez que meses atrás registravam uma anomalia sob a América do Sul.
A preocupação vem pelo fato das instabilidades notificadas no supervulcão Yellowstone ao longo das últimas décadas.
Ø http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/2014/07/estranha-anomalia-magnetica-da-america.html
Ø http://londrinstant.blogspot.com.br/2014/04/parque-nacional-yellowstone-pode.html
Ø http://www.libertar.in/2014/04/acordo-brasil-argentina-e-australia.html
Vale observar as fontes pesquisadas por esses blogs, citados logo abaixo da matéria.
Inspire-nos as vibrações perenes do AMOR do Cristo.
JUNIOR
Boa tarde, Junior.
Lemos os artigos, por sinal muito interessantes.
Pelo que entendemos, a notícia só “vazou” por causa da recusa do parlamento sul-africano em “alugar” seu território aos norte-americanos.
De fato, essa operação, aparentemente humanitária, poderia com o tempo se transformar numa nova colonização, causando um novo aparthaid na África do Sul, pois ainda somos constantemente traídos pelos olhos e muito pragmáticos em separar as pessoas pela aparência.
Quanto ao Brasil, nossa miscigenação já tão acentuada poderia talvez abrandar esse efeito colateral indesejado. Nossa história, pelo contrário, prova que somos o povo mais habilitado para abrigar estrangeiros de qualquer parte do mundo.
Esse deslocamento de massa populacional, de certo modo, remete às previsões de Chico Xavier sobre o ano de 2019. Nelas, Chico fala sobre grandes migrações de povos da Europa e América do Norte para a América do Sul, especialmente para o Brasil, caso não conseguíssemos evitar uma 3ª Guerra Mundial.
Na ausência da guerra, essa diáspora norte-americana seria talvez um abrandamento do mesmo mal, que não poderia ser completamente evitado. O que achas?
Obrigado pelos artigos.
Forte abraço.
Ramon de Andrade
Palmares-PE
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Terapia da Fé
"Ora, certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, e que tinha sofrido bastante às mãos de muitos médicos, e despendido tudo quanto possuía sem nada aproveitar, antes indo a pior, tendo ouvido falar a respeito de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou-lhe o manto; porque dizia: Se tão-somente tocar-lhe as vestes, ficaria curada. E imediatamente cessou a sua hemorragia; e sentiu no corpo estar já curada do seu mal.Redação do Diário da Saúde
27/01/2014
