domingo, 20 de dezembro de 2009
TUDO IGUAL EM COMPENHAGUE
sábado, 19 de dezembro de 2009
DEPRESSÃO NATALINA
'Deprê' de fim de ano? Saiba como combater
18 de dezembro de 2009
"É uma época de cobranças, em que fazemos balanços do que foi conquistado. E isso pode trazer sentimentos de fracasso, baixa autoestima e desesperança", explica Acioly Lacerda, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele acrescenta que constatações clínicas revelam aumento de casos de depressão e tristeza nessa fase do ano. "As Festas podem funcionar como um gatilho para quem tem pré-disposição à depressão", completa o psiquiatra Ricardo Moreno, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Doutor Salomão
Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...
O médico então perguntou:
-Muito bem.. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu:
-Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher: -Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. Ele então completou:
Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...
A mulher apavorou-se e disse:
-Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime.
-Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.
O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Eutanásia: por que não?
24/11/2009 - 13:11
Médico belga descobriu que Rom Houben entendia o que acontecia ao seu redor desde o acidente de trânsito nos anos 1980
Os médicos pensavam que era um estado vegetativo, mas estavam enganados. A mãe de homem doente diz que seu filho estava plenamente consciente durante os 23 anos que os médicos permaneceram com o diagnóstico errado. Ele não podia responder porque estava paralisado.
sábado, 21 de novembro de 2009
CARTAS DO ALÉM
Olá, Sueli!Entendo sua ansiedade e a saudade que sente de sua mãe. Mas você precisa estar ciente de que esta comunicação não é tão simples como gostaríamos.
Chico Xavier costumava dizer que "o telefone só toca de lá pra cá". Ou seja, na grande maioria dos casos, são as pessoas queridas que nos procuram (quando podem) depois da partida.
Quando somos nós que as chamamos, elas quase sempre nos ouvem, mas nem sempre podem responder como esperamos, pois as barreiras de comunicação (ainda) não são tão simples de se transpor.
Observe também que sua ansiedade em obter alguma mensagem pode inclusive torná-la alvo fácil de golpes e fraudes, inclusive pela internet. Pessoas mal intencionadas podem perceber este seu desejo e passar a simular uma comunicação, fazendo apelos emocionais simplórios, que você, em sua saudade, poderia não identificar imediatamente.
Saiba que as pessoas que amamos anseiam tanto quanto nós por retomar o contato mais próximo, mas quase sempre são recebidas do outro lado por pessoas também queridas, que partiram há mais tempo, e que as orientam a esperar o momento certo para isso.
A oração é o canal mais seguro de enviar nossa mensagem para estas pessoas, que sempre as recebem e muitas vezes respondem por meios mais sutis, que embora não possamos ver nem ouvir, conseguimos sentir.
Outro momento em que costumam ocorrer muitos encontros nossos com as pessoas que partiram é durante o sono, quando entramos em contato direto com elas, embora nem sempre lembremos dos detalhes, porque o cérebro físico é incapaz de reter todas as memórias de nossas experiências espirituais.
Portanto, ore, especialmente à noite, antes de dormir, acalentando as melhores lembranças, e tenha a CERTEZA de que será ouvida e possivelmente atendida em seu pedido de reencontrar a pessoa querida, momentos dos quais você guardará doces impressões na manhã seguinte.
Se puder, leia O Livro dos Espíritos, que você encontra por menos de dez reais em muitas livrarias, pois nele você obterá respostas para estas e muitas outras dúvidas que certamente sempre se questionou e nunca havia encontrado respostas.
Permaneço à sua disposição para outros esclarecimentos.
Um forte abraço.
Ramon de Andrade
raesa@ig.com.br
Palmares-PE
sábado, 14 de novembro de 2009
ALÔ, ALÔ MARCIANO...
Paula Rothman, de INFO Online
Terça-feira, 10 de novembro de 2009 - 11h39
Desde sexta-feira, a cidade do Vaticano é sede da Semana de Estudos de Astrobiologia, um evento organizado pela Pontifícia Academia das Ciências.No catálogo de apresentação do evento há um questionamento: se planetas são tão comuns em estrelas na Via Láctea, não poderia a vida ser também?
A programação foi organizada em oito módulos: A Origem da Vida (como as moléculas se organizaram para que a vida começasse); Habitabilidade Através do Tempo (como a Terra manteve a vida ao longo de sua história geológica); Ambiente e Genomas (como a vida e o ambiente interagiram no tempo geológico); Detectando Vida em Outros Lugares (perspectivas e técnicas para encontrar vida em ambientes fora do Sistema Solar). Estratégias de Busca para Planetas Exosolares (explica as técnicas usadas para encontrar planetas ao redor de outras estrelas e determinar suas propriedades); Formação de Planetas Exosolares (como os planetas se formam como parte do processo de formação das estrelas); Propriedades dos Planetas Exosolares (modelos de computador, dados astronômicos e alguma especulação sobre as propriedades desses planetas); e Inteligência em Outros Locais e Vida Sombria (existência de formas de vida inteligente e também baseadas em uma bioquímica diferente da terrestre).
A existência de vida fora da Terra é um assunto delicado para a Igreja Católica, uma vez que levanta muitas dúvidas a respeito de como as explicações bíblicas se encaixariam para outros mundos.
No passado, a Igreja já condenou à morte aqueles que afirmaram a existência de vida fora da Terra. Caso do italiano Giordano Bruno, acusado de heresia e queimado na fogueira em 1600.
Agora, assim como deixou de negar a teoria da evolução de Charles Darwin (o Papa João Paulo II afirmou que a evolução é "mais do que uma hipótese" e este ano a Igreja realizou uma conferência em homenagem aos 150 anos do lançamento de "A Origem das Espécies") e as idéias de Galileu, o Vaticano já admite a existência de formas de vida fora do nosso planeta. Da mesma maneira que fez com as outras teorias científicas, a Igreja afirma que as explicações não contradizem a Bíblia.
No ano passado, por exemplo, o jornal oficial do Vaticano trazia um artigo com o título "Aliens São Irmãos", que dizia que buscar formas de vida extraterrestres não contradiz a crença em Deus.
A conferência teve início na sexta-feira e acaba hoje.
23/10/2009 às 23:50
Um anúncio oficial da administração Obama revelando a veracidade da vida extraterrestre é iminente. Durante vários meses, oficiais do alto escalão da administração tem discutido em segredo o quanto revelar ao mundo acerca de vida extraterrestre. O descontentamento entre poderosas instituições como a Marinha americana ao longo das décadas e as enfadonhas políticas de acobertamento tem impulsionado os esforços a fim de revelar a realidade da vida e da tecnologia extraterreste.
ESPÍRITO E MATÉRIA [2]
"(...) a matéria existe em estados que ignorais. Pode ser, por exemplo, tão etérea e sutil, que nenhuma impressão vos cause aos sentidos. Contudo, é sempre matéria. Para vós, porém, não o seria."
"(...) ao elemento material se tem que juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre o espírito e a matéria propriamente dita, (...) ele se distingue deste por propriedades especiais. (...). Está colocado entre o espírito e a matéria; (...) Esse fluido universal (...) é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá."
"Não há o vácuo. O que te parece vazio está ocupado por matéria que te escapa aos sentidos e aos instrumentos."
ESPÍRITO E MATÉRIA Itens 22, 27 e 36 O Livro dos Espíritos Allan Kardec Paris, 1857
Enquanto Isso, no Universo
Daniel Soler
Pois é, caro leitor... Matéria Escura... você já tinha ouvido falar nisso? Não...? Bom, pode ficar tranquilo, porque você não está sozinho...! Apesar de haver indícios de existência dessa tal Matéria Escura (ME) já há mais de 70 anos, este assunto é bem pouco popular, comparado a outros assuntos, talvez pelo fato de até hoje não se saber exatamente o que ela possa ser. Em outras palavras, é uma questão em aberto dentro da comunidade científica.
Só para tentar dar uma ideia do que estamos falando, de forma muito simples e resumida, podemos dizer que a ME é alguma coisa, algum tipo de matéria, que não se pode ver (não emite nem reflete luz, não interage portanto com a luz - daí o nome Escura!), mas que pode ser notada porque ela interage gravitacionalmente com a matéria comum que conseguimos ver, aquela de que somos feitos. Interagir gravitacionalmente significa que ela atrai e é atraída por corpos que possuem massa (que são feitos de matéria), como estrelas, nuvens de gás e poeira, galáxias, ou mesmo coisas pequenas como a Terra, eu e você...
Mas o que é afinal matéria? Esta, na verdade, é uma questão bem difícil de responder, até porque hoje temos muitas informações a respeito da matéria, de seus constituintes, de maneira que é um assunto relativamente complexo. Difícil, portanto, de se sintetizar em poucas palavras.
Eu poderia arriscar dizendo que a matéria, juntamente com a radiação (luz visível, raios-X, raios ultravioleta e infravermelho, ondas de rádio, raios gama, etc), forma o par de constituintes básicos do Universo conhecido, ou seja, de tudo o temos certeza de que existe. Mas esta seria uma "saída pela tangente", eu não estaria explicando realmente o que ela é, ou melhor ainda, do que ela é feita, apesar de se estar falando de uma propriedade fundamental e muito importante.
Eu poderia também dizer que matéria é tudo aquilo que é constituído por partículas elementares. Mas e o que são então partículas elementares? Átomos? Um dia foram os átomos, achávamos que eles eram indivisíveis, mas hoje sabemos que os átomos são feitos de outras coisas menores... Você já ouviu falar em bósons e férmions? Quarks e léptons? Bários e mésons? E anti-partículas então? Nomes estranhos, não é? =)
Bom, o importante aqui é saber que os cientistas estão já há décadas construindo um modelo - chamado Modelo Padrão - onde existem um monte de partículas que, juntas, formam tudo aquilo que a gente conhece. Ou acha que conhece, mas enfim...
A matéria da qual somos feitos é muitas vezes chamada de Bariônica, porque boa parte dela é feita de dois bárions que acho que você já ouviu falar: o próton e o nêutron. Pois bem, eu, você, este computador na sua frente, o chão, as plantas, o ar, as estrelas que vemos a noite, tudo é feito de Matéria Bariônica (MB)!
Bom, mas há uns 80 anos mais ou menos, várias observações do céu começaram a sugerir a existência de um tipo de matéria exótica, não visível diretamente. O primeiro a deduzir a presença da ME foi o astrofísico suíço Fritz Zwicky, em 1933, observando um conjunto grande de galáxias, chamado aglomerado de galáxias Coma.
Ele estimou a massa total do aglomerado, baseado nos movimentos de galáxias contidas em suas periferias, e depois a comparou com a estimativa baseada no número de galáxias existentes dentro dele e no seu brilho total. O resultado foi o de que a quantidade de massa que interagia gravitacionalmente correspondia a cerca de 400 vezes mais do que a matéria observada!
De lá para cá, várias outras observações trouxeram indicativos fortes da existência da ME. A mais clássica de todas as evidências são os movimentos de translação de estrelas e de gás de galáxias espirais ao redor dos centros dessas galáxias. Como elas têm uma grande concentração de matéria – gases e estrelas – no seu bojo central, mais ou menos como é o caso do Sol no sistema solar, as estrelas e o gás mais afastados do centro deveriam se movimentar de forma parecida com os planetas do sistema solar.
Quem está próximo da região central (Mercúrio, por exemplo), deveria completar muito mais voltas do que quem está nas periferias (Saturno, por exemplo), não só por ter um caminho menor pra percorrer, mas principalmente porque tem uma velocidade maior (algumas informações sobre os movimentos dos planetas você pode encontrar aqui).
Só que, o que se observa, é que as estrelas e o gás na periferia de uma galáxia espiral tendem a possuir uma velocidade quase tão alta quanto os que estão próximos do bojo central. Como seus movimentos, a princípio, só dependem da massa da galáxia, o que se deduz é que tem que existir mais massa dentro dela. Só que essa massa toda a mais não é visível...
Curva de rotação de uma galáxia espiral típica: prevista (A) e observada (B). A matéria escura pode explicar a aparência "achatada" da curva de rotação para grandes distâncias do centro
Em 2007, eu noticei, no site dos Planetários de São Paulo, a descoberta da primeira galáxia feita quase que totalmente de ME! Tal galáxia se encontra próxima à galáxia espiral M89, já conhecida a dezenas de anos, que é uma galáxia assimétrica: seus braços se distribuem de forma um pouco diferente do comum, o que seria um indicativo de que ela teria sofrido uma colisão com uma outra galáxia. Só que não existe nenhuma galáxia visível perto dela! Astrônomos então descobriram a localização de uma galáxia feita praticamente só de ME, que deve ter colido com M89 há milhões de anos atrás, deixando-a então do jeito que a vemos hoje.
Um outra descoberta recente foi a de que deve existir uma quantidade imensa de ME no Aglomerado Bala de Revólver (Bullet Cluster), nome sugestivo devido ao seu formato. Tal aglomerado é, na verdade, composto pela colisão de outros dois, que ocorreu há muito, muito tempo atrás. O resultado final, que vemos hoje, não pode ser explicado sem a hipótese da ME. Na imagem e no vídeo abaixo, as cores rosa e azul são falsas, servem apenas para indicar onde se concentra a maior parte de MB (em rosa) e a maior parte da ME (em azul).
Como a MB interage de outras formas, além da gravitacional, se movimentou de forma diferente, e se concentrou mais no meio. A ME se movimentou mais, levando ainda consigo diversas galáxias visíveis. Por meio de uma técnica chamada de Lentes Gravitacionais, detectou-se que há muito mais matéria que interage gravitacionalmente nas bordas do aglomerado do que no centro, o que atesta a existência da ME nessa região.
Bom, existem várias hipóteses sobre o que possa ser a ME, sobre do que ela pode ser feita. Há aqueles que afirmam que pode ser MB mesmo, só que na forma de matéria inerte, que não emite luz, como estrelas mortas ou mesmo planetas. Há os que acreditam estarmos diante mesmo de algum tipo exótico de matéria, constituído de algo completamente novo que não sabemos como lidar. Há, ainda, alguns que afirmam que talvez não haja nada além do que vemos: o que estaria errado seriam nossas teorias. Que talvez a Teoria da Gravitação esteja incompleta, e seja ainda incapaz de descrever certos fenômenos, como os que descrevemos aqui. Mas estes últimos são minoria.
De qualquer forma, se a ME realmente existir, a quantidade dela deve corresponder a cerca de 23% de tudo o que existe no Universo, quase 6 vezes mais do que os 4% da MB (os 73% restantes correspondem à Energia Escura, com certeza um assunto para um outro dia!). Na nossa Galáxia, por exemplo, acredita-se na existência de cerca de 10 vezes mais ME do que MB!
Pois é, caro leitor... você achava que somos importantes e especiais? Que somos "a última bolacha do pacote"? Fazemos parte de apenas 4% de tudo o que existe no Universo... e nem fazemos idéia direito o que são exatamente os outros 96%...! Você se sentiu pequeno agora? Um nada? Uma gota de água no oceano Atlântico? Um grão de areia na praia de Copacabana? Bom, eu pelo menos me sinto assim toda vez que penso na Matéria Escura, na Energia Escura... no Universo inteiro que ainda temos a descobrir...! =)
Um grande abraço e até a próxima!
Daniel R. Soler é Físico Habilitado em Astronomia
e Mestrando em Ensino de Ciências pela Universidade de São Paulo.
Fonte: IGeducacao
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Apresentar a Rádio Fraternidade
Seguem nossas vibrações de paz e amor....
Que Jesus possa iluminar você hoje e sempre!
Fraternalmente,
Rubens de Castro - Jornalista
Rádio Fraternidade
Uberlândia-MG
faleconosco@radiofraternidade.com.br
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Para cientista do Vaticano, pode existir vida extraterrestre
Funes considera válida para a Igreja Católica a pesquisa sobre as chances de vida alienígena. "Embora a astrobiologia seja um campo ainda novo e em desenvolvimento, questões concernentes às origens da vida e da presença de seres vivo fora da Terra são legítimas e merecem consideração. Faz sentido buscar por formas de vida que existam além da Terra, mas, até o momento, não há prova de que tais existam", considerou.
A conclusão da conferência é de que há, "plausivelmente", milhões de planetas habitáveis somente na Via Láctea, que é apenas uma entre as bilhões de galáxias estimadas no nosso universo.
Esta não é a primeira fez em que Funes, também diretor do Observatório do Vaticano, conjetura sobre a chance de vida extraterrestre. Em 2008, o padre concedeu uma entrevista ao jornal oficial do vaticano, o Osservatore Romano.
A entrevista foi entitulada "Os aliens são meus irmãos". Nela, Funes avaliou: "Isso (a chance de vida extraterrena) não entra em conflito com nossa fé, pois não pode-se delimitar a criativide criadora de Deus", acrescentando que os alienígenas talvez não precisassem ser "salvos" para entrar no Paraíso, especialmente se fossem "mais evoluídos" que humanos.
João Batista Sobrinho
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Visite e divulgue:
www.bomespirito.com
www.radiobomespirito.com
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
CIÊNCIA E FÉ
Paula Rothman, de INFO Online
Quarta-feira, 04 de novembro de 2009 - 15h23
Pesquisa comprova que acreditar em um medicamento inócuo tem efeitos físicos – e não só psicológico.
Testes provaram que os placebos realmente inibem os sinais da dor - e mostram a importância do fator psicológico no processamento dessa sensação em seus estágios iniciais no sistema nervoso.
Os placebos são utilizados em diversas pesquisas como forma de controle. Ao testar uma nova droga, cientistas separam uma amostra de voluntários que acreditam receber um medicamento de verdade, mas ganham uma versão ineficaz, sem efeito algum.
Isso é feito para controlar se os resultados observados são realmente devido ao princípio ativo do medicamento ou se podem ser simplesmente causados pela crença do paciente na veracidade do tratamento – seja ele a cura de alguma enfermidade ou de dores crônicas.
Os efeitos do placebo são conhecidos, mas até pouco tempo acreditava-se que ele era simplesmente psicológico: o paciente acreditava que estava sendo medicado e não sentia mais a manifestação física da sensação.
Mas pesquisadores do University Medical Centre, em Hamburgo, queriam testar se os efeitos iam além: será que o placebo realmente influenciaria a dor física? O objetivo era descobrir se os analgésicos de placebo resultam em diminuição dos sinais da dor na espinha dorsal.
Eles usaram calor para causar dor em braços de voluntários, dizendo a alguns deles que haviam recebido um medicamento anti-dor. Em seguida, utilizaram ressonância magnética para avaliar a espinha dorsal de todos: daqueles que acreditavam ter usado o medicamento (um placebo) e daqueles que não receberam nada.
O resultado? Os receptores de dor eram menos ativos naqueles que achavam que tinham tomado o medicamento, provando que não só as pessoas acreditavam como fisicamente estavam sentindo menos dor.
O estudo, publicado na Science, mostra como os placebos são um ótimo exemplo do impacto de fatores psicológicos em receptores de dor. As descobertas podem auxiliar futuros tratamentos de dor crônica, uma vez que a redução da dor não foi apenas fruto da imaginação.